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Campo Grande - MS, quarta, 14 de novembro de 2018

Em dia dourado, Brasil reassume 7º lugar e cumpre meta paralímpica

9 SET 2012Por terra06h:00

Durante toda a Paralimpíada de Londres, não houve dia mais brilhante para o Brasil do que este sábado. Foram cinco medalhas douradas, que resultaram no retorno do País à sétima posição do quadro de medalhas. E, desta vez, não poderá mais ser alcançado, já que a Alemanha, adversária direta na classificação desde o início da competição, não briga por mais nenhum ouro.

A sétima colocação era a meta do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) para Londres. O presidente da entidade, Andrew Parsons, já comentava o objetivo meses antes do início da competição, projetando também a conquista de cerca de 20 medalhas, o que se confirmou hoje, e o quinto lugar geral em 2016.

As vitórias brasileiras deste sábado vieram principalmente da bocha, onde Dirceu Pinto foi bicampeão olímpico individual da classe BC4 e Maciel Sousa Santos conquistou o ouro na BC2. No atletismo, Shirlene Coelho foi campeã no lançamento de dardo F37/38. A Seleção de futebol de 5 tornou-se tricampeã paralímpica, já que tinha sido a vencedora também em Atenas e Pequim. O maior medalhista brasileiro em Paralimpíadas, o nadador Daniel Dias, não passou em branco e levou seu sexto ouro em Londres, desta vez nos 100 m livre S5.

O dia teve ainda Lucas Prado e Felipe Gomes com prata e bronze nos 100 m T11, no atletismo. Eliseu dos Santos, na bocha, foi bronze na mesma categoria de Dirceu Pinto. Claudiney dos Santos finalizou o sábado com uma prata no lançamento de dardo F57/58.

A Alemanha, por outro lado, não conquistou nenhuma medalha dourada neste sábado e viu a diferença de três ouros (18 a 15) imposta na última sexta-feira tornar-se uma desvantagem de dois (20 a 18).

A China, líder disparada desde o início da Paralimpíada, atingiu a incrível marca de 231 medalhas, sendo 95 delas de ouro, 71 de prata e 65 de bronze. A Rússia assumiu a vice-liderança, com 35 ouros, deixando a anfitriã Grã-Bretanha para trás, com 33. Ucrânia, com 32, Austrália, com 31, e EUA, com 30, aparecem na sequência.
 

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