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Em dia de mercado tenso, dólar vai a R$ 1,85 e bolsa cai 0,69%

28 JAN 10 - 22h:45
Agentes financeiros assustados com o cenário externo tenso refugiaram-se na moeda americana e empurraram a taxa de câmbio doméstica para seu maior preço desde 3 de setembro de 2009. Dessa forma, o dólar comercial bateu R$ 1,859 nas ú lt imas operações dest a quarta-feira, o que representa acréscimo de 1,25% sobre o fechamento de ontem. As taxas oscilaram entre R$ 1,871 e R$ 1,836. Nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi cotado por R$ 1,980, em avanço de 1,53%. A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) operou em baixa de 0,69%, aos 65.069 pontos. O giro financeiro foi de R$ 4,40 bilhões. Nos EUA, a Bolsa de Nova York cai 0,42%. China, Grécia e EUA formam trinca de países que têm tirado o sono dos participantes do mercado financeiro. O país asiático assusta por suas medidas, renovadas a cada semana, para conter o crescimento, o que pode afetar a lenta recuperação da economia mundial; o país europeu está às voltas com uma situação fiscal problemática, e tem dificuldades para provar sua capacidade em sair do problema; e na maior economia do planeta, além dos seus problemas amplamente conhecidos, o balanço da Caterpillar, gigante do setor de maquinário pesado, frustrou alguns investidores. Num quadro de maior nervosismo, ganharam força os rumores de que, além do Banco Central, o Tesouro já começou a comprar moeda no mercado à vista por conta do Fundo Soberano (reserva de recursos públicos). Alguns profissionais discordam dessa interpretação e alegam que o agente do setor público não agiria dessa forma para não aumentar o grau de volatilidade, já alto, do mercado de câmbio. O Banco Central informou que as entradas de dólares superaram as saídas em US$ 10 milhões neste mês, até o dia 22. Até o dia 18, o valor era positivo em US$ 816 milhões, mas houve grande saída de recursos na quarta-feira e quinta- feira da semana passada. O BC também promoveu seu habitual leilão de compra de moeda, entrando no mercado à vista às 12h28min (hora de Brasília). A autoridade monetária aceitou ofertas por R$ 1,8510 (taxa de corte).
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