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PREOCUPAÇÃO

Em Campo Grande, chuvas voltam a castigar hortas e preços têm elevação

Em Campo Grande, chuvas voltam a castigar hortas e preços têm elevação
15/01/2014 00:00 - DA REDAÇÃO


 As nuvens de chuva persistentes dos últimos dias têm sido motivo de preocupação para os produtores de hortifrútis da Capital e de elevação do preço pago pelos consumidores na hora de fazer a feira, conforme reportagem na edição desta quarta-feira (15) do jornal Correio do Estado. Ontem, a caixa de alface chegou ao pico de R$ 20 no preço de venda do atacado – uma alta de 20% só durante o fim de semana. Desde o início de janeiro, a folhagem soma aumento de 36% e o tomate, outro produto que mais reflete de imediato as intempéries climáticas, ficou 37% mais caro.

A majoração só não é maior graças à produção vinda de São Paulo para manter a demanda da Central de Abastecimento de Mato Grosso do Sul (Ceasa). “Se não fosse o Estado vizinho para fornecer, o preço estaria maior e poderia até ter falta de produtos”, afirma o coordenador da Divisão de Mercado e Estatística da Central, Cristiano Chaves.

Ele explica que nesse período de chuvas, entre dezembro e março, o abastecimento da Central depende da produção de fora do Estado. “Nos outros meses, o que é produzido aqui é suficiente para atender a demanda”, diz.

Até para Raimundo Gomes, produtor que vive com um olho na meteorologia e outro na lavoura, a terra não está dando jeito. “Trator nenhum roda. Não tem como preparar a terra para plantar”, reclama, enquanto mostra o viveiro de mudas (são 16 variedades de folhagens) com lotação máxima porque não consegue transferir a produção para a horta. A reportagem é de Paula Vitorino.

Felpuda


Outrora afinadíssimo com o presidente Jair Bolsonaro, parlamentar sul-mato-grossense começou a ser escanteado em consequência de uma das crises políticas de grande repercussão. A figura entrou em campo e botou falação sobre o que estava ocorrendo, e isso soou que só como crítica pesada ao governo, que, como não poderia deixar de ser, não gostou nadica de nada. Há quem diga que o dito-cujo é muito levado “pelo sangue”. Então, tá!...