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Economia de Corumbá mostra força com feira

16 SET 10 - 13h:03

Sílvio Andrade, Corumbá

Com 1.800 propriedades rurais e 1,9 milhão de cabeças de bovinos, a planície de Corumbá mostra sua força econômica durante a Feapan (Feira Agropecuária do Pantanal), que começa hoje na cidade e segue até segunda-feira. O evento, retomado em 2005, se consolida como roteiro do agronegócio e une gerações de criadores, dando visibilidade ao boi ecologicamente correto e reconhecendo uma espécie ameaçada de extinção: o homem pantaneiro.
Ainda sustentada pela atividade extensiva, a pecuária pantaneira contribui para a conservação do bioma, segundo estudos, e gera mais empregos – três por fazenda, em média – do que o minério, hoje base da economia corumbaense.
A Feapan é uma realização do Sindicato Rural de Corumbá e a programação inclui leilões diários, rodeios (com boiada de Barretos e Jaguariúna), shows musicais, exposição de animais e implementos agrícolas e palestras técnicas.
Cavalo pantaneiro
Uma das novidades esse ano é o leilão inédito de 100 reprodutores nelore adaptados para a planície, uma iniciativa da Associação dos Criadores de Nelores de Mato Grosso do Sul, programado para amanhã às 20h.
A feira abre com o leilão de 200 touros nelore e nelore mocho, promovido pela Fazenda Esperança e participação da Embrapa Pantanal. No sábado, acontece o 15º leilão de elite do cavalo pantaneiro, com 105 animais de Campo Grande e Corumbá e de Mato Grosso (Cuiabá e Poconé).
Também no sábado haverá o arremate de ovinos organizado pela Fazenda Nhuporã, com a comercialização de 30 reprodutores das raças Suffolk, Texel, Dorper e Santa Inês. Na segunda-feira, se apresenta a principal atração musical: a dupla João Neto e Frederico.

Primeiro leilão
Também integrando a programação da Feapan, foi realizado na noite de terça-feira um leilão de bovinos de corte produzidos na região. Mesmo com as restrições da ZAV (Zona de Alta Vigilância), foram inscritos e comercializados 630 animais alcançando preços médios de mercado.
Os organizadores esperavam mil animais nesse leilão, mas houve precaução da Iagro e do Sindicato Rural em não incluir cerca de 350 animais de propriedades dentro da ZAV, situadas nas fronteiras com a Bolívia e o Paraguai.

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