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CIDADES

Duas pessoas mortas em áreas da periferia da Capital

Duas pessoas mortas em áreas da periferia da Capital
26/01/2010 08:03 -


Duas pessoas foram assassinadas na madrugada de ontem em áreas da periferia da Capital. O primeiro crime foi registrado pela Polícia Civil a partir da localização do corpo de Valdeir de Souza Nascimento, 25 anos, no Bairro Aero Rancho, e de Wellington Ferreira, 25 anos, na região da Pedreira São Luís. Valdeir Nascimento, que segu ndo as i n formações preliminares era ex-presidiário, foi achado morto no cruzamento das ruas Monsenhor Sarrion e Capitalista, e apresentava várias marcas de agressão na cabeça, além de um corte profundo na garganta. O corpo estava coberto por mantas e panos sujos em uma área de construção. De acordo com informações, a vítima havia saído da prisão fazia poucos dias, após ter cumprido pena por crime de roubo. Até o final da tarde de ontem não havia pistas do autor do homicídio. Moradores da região relataram ter ouvido latido de cães, por volta da meianoite, horário em que deve ter ocorrido o crime. Peritos do Instituto de Criminalística estiveram no local para os levantamentos de praxe, seguindo-se a remoção do cadáver para o Instituto de Medicina e Odontologia-Legal (Imol) Outro crime Já Wellington Ferreira, morto com dois tiros na altura da barriga, teve o seu corpo jogado na Rua José Pereira, que dá acesso à Pedreira São Luís, em uma área que pertence à Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Wellington tinha mandado de prisão em aberto por tentativa de homicídio, crime este ocorrido em 2005. A morte só foi descoberta na manhã de ontem porque jornalistas que se dirigiam à lagoa em que o Corpo de Bombeiros fazia buscas ao corpo de Marciel Rodrigues Martins, vítima de afogamento, viram o cadáver.

Felpuda


O sumiço de algumas figurinhas carimbadas da política não acontece em virtude da necessidade de isolamento como uma das formas de prevenção à pandemia. Em verdade, seria porque não têm mesmo o que e a quem falar. Com o advento das redes sociais, quem acha que fazer campanha eleitoral continua como na época do “eu prometo” está a um passo de ver o sonho de conquistar mandato se transformar em pesadelo. Pelo jeito, não estão nem conseguindo dormir.