EM 2012

Dourados registra 60 casos de abuso contra criança e adolescente

Dourados registra 60 casos de abuso contra criança e adolescente
23/08/2012 11:00 - Gabriel Maymone


A cidade de Dourados registrou este ano 61 casos de violência contra crianças. O número, de janeiro a agosto, já é o total de todo 2011. São casos de abuso sexual, psicológico, negligência e maus tratos. A maioria é abuso sexual. As vítimas têm entre 1 ano e meio a 17 anos. O caso que mais chamou a atenção no município foi a de um bebê de 7 meses que foi estuprado por um adolescente de 15 anos. Conforme a polícia, o rapaz abusou sexualmente da prima após trocar a fralda da criança, que residia no Jardim Pantanal em Dourados, zona leste da cidade, assim como o autor.

Para que casos como este sejam imediatamente acompanhados do Ministério Público, as denúncias feitas ao telefone Disque 100 sobre violência contra crianças e adolescentes são repassadas automaticamente aos diversos MPs, por meio de um sistema de computador com acesso comum.

A denúncia será encaminhada aos conselhos tutelares, para toda a rede de apoio e delegacias. O objetivo também é fortalecer a rede de proteção a crianças e adolescentes.

O ouvidor nacional dos Direitos Humanos, Bruno Renato Teixeira, disse que 80% das denúncias ao Disque 100 são referentes à violência contra crianças e adolescentes. “Apenas neste primeiro semestre, já recebemos mais de 20 mil denúncias relacionadas a violações aos direitos humanos”, afirmou. O Disque 100 também pode ser usado para denúncias de violência contra idosos, deficientes físicos, tortura, violência policial e homofobia. O serviço é gratuito, não exige identificação e funciona todos os dias da semana, 24 horas por dia.

Com informações do Dourados Agora

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".