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DOURADOS E CAARAPÓ

Dois jovens dados como mortos aparecem vivos

Dois jovens dados como mortos aparecem vivos
13/01/2014 19:35 - Dourados Agora


Dois jovens identificados pelos familiares como mortos apareceram vivos. Em ambos os casos, eles foram encontrados mortos em lagoas, sendo um na fazenda Cristal, em Itaporã, e o outro no lago do parque Arnulpho Fioravanti, em Dourados.

A primeira morte, registrada pela polícia no dia 24 de dezembro, aconteceu na cidade de Itaporã. A vítima foi assassinada com uma paulada na cabeça e também foi torturada antes de ser jogada na água. Familiares identificaram como Jaciela Freitas, de 14 anos, moradora na Aldeia Tey Kuê em Caarapó.

No entanto, após a realização do enterro, a jovem apareceu na casa dos familiares, em Caarapó. Quem foi assassinada e jogada na lagoa foi Nubia, de 13 anos, também moradora na aldeia Tey Kuê. O caso veio à tona neste final de semana, após a Funasa (Fundação Nacional da Saúde) ter conhecimento.

O outro caso é mais recente e o corpo segue sem identificação, já que o suposto morto apareceu. Na quinta-feira passada, um homem foi encontrado morto no lago do Parque Arnulpho Fioravanti, aos fundos do shopping Avenida Center, em Dourados. A vítima estava nua e com um pedaço de pano preso ao pescoço. Nenhum objeto pessoal foi avistado nas proximidades.

No dia seguinte familiares identificaram o corpo sendo de Anderson Casadia Souza do Nascimento, de 22 anos, morador o Jardim Santa Maria. Anderson entrou em contato com a mãe na noite de ontem, que a princípio não acreditou que seria o filho.

Após marcarem um encontro, ontem mesmo, a mãe constatou que o filho estava vivo. Eles não tinham contato há mais de um ano.

A polícia agora tenta identificar o corpo encontrado no lago do Parque Arnulpho. Pelas características é um homem negro, aparentemente entre 25 a 30 anos.

Felpuda


Sindicalista defende o fim de mordomias e privilégios dos políticos e dos integrantes de outros Poderes, conforme divulgação feita por sua assessoria. Para ele, está na hora de se colocar um basta nessa situação, questionando, inclusive, o número de parlamentares e de assessores. Entretanto, não demonstra a mesma aversão por aqueles dirigentes de sindicatos que se perpetuam no poder e que comandam mais de uma entidade, assim como ele. Afinal, o exemplo deve vir de casa, né?