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DOENÇAS CRÔNICAS

Doenças não transmissíveis, as mais perigosas no mundo

Doenças não transmissíveis, as mais perigosas no mundo
28/04/2011 00:00 - prensa-latina


O câncer, a diabetes ou as doenças cardiovasculares matam 36 milhões de pessoas no mundo e sua incidência cresce, revelou hoje a Organização Mundial da Saúde (OMS).

  Estas doenças crônicas representam uma ameaça maior que as infecções como a malária, o Vírus da Imunodeficiência Humana (VIH) ou a tuberculoses, segundo o Primeiro Relatório Global das Doenças Não Transmissíveis da OMS.

As enfermidades não transmissíveis causaram a morte de 36,1 milhões de pessoas e 80 por cento dessas perdas humanas se produziram em países de médios e baixos ganhos, revelou o texto que recolheu as estatísticas de mortalidade em 2008.

Conforme a diretora da Organização Mundial da Saúde (OMS), Margaret Chan, esta situação representa um grande desafio porque em alguns países não exageramos ao descrever a situação como um desastre iminente, para a saúde, a sociedade e principalmente para as economias nacionais .

Entre as doenças não transmissíveis, as cardiovasculares- que incluem enfartes, cardiopatias e derrames cerebrais- são as mais letais com 17 milhões de óbitos (48 por cento) no mundo.

A segunda posição é ocupada pelo câncer que provocou 7,6 milhões de mortes, as doenças respiratórias como asma e Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (EPOC) com 4,2 milhões de mortes e a diabetes com 1,3 milhões.

A maior parte destes falecimentos, produziram-se em nações de baixos e médios ganhos, segundo o relatório.

As Américas e a Europa são as regiões do mundo com maior incidência de mortes por todos os tipos de câncer, principalmente os de pulmão entre os homens e de mama entre as mulheres.

A diabetes também constitui um problema importante, nomeadamente nas Américas pelas complicações associadas como amputações, cegueira e enfermidades cardiovasculares.

Muitas das pessoas que falecem por causa destas doenças são menores de 60 anos, demarcou o relatório, o que não só afeta à família, senão à força trabalhista de um país.

Felpuda


É grande a expectativa em torno de qual foi a justificativa de conhecida figura que beneficiou sujeito, e este, aproveitando a, digamos, boa vontade demonstrada, simplesmente “sumiu do mapa”. Órgão nacional pediu explicações para o “benfeitor”, e o prazo já venceu. Como as decisões por lá não ficam escondidas do distinto público, logo, logo, a curiosidade deverá ser contemplada. É esperar para conferir!