Dirigir na água é fogo

Dirigir na água é fogo
19/02/2010 10:22 -


O começo do ano em nossa região é sempre acompanhado de muita chuva. Para enfrentar toda essa água, que não tem sido pouca, é necessário tomar algumas precauções com seu carro para evitar acidentes. Limpadores de parabrisa, palhetas, borrachas de vedação são alguns dos itens que precisam estar em dia. As palhetas do parabrisa, por exemplo, ressecam com o tempo. Isso significa que elas perdem a eficiência e não conseguem mais retirar toda a água do vidro. Resultado: sob um temporal, a visibilidade fica prejudicada. Há quem recomende a troca anual do componente. Não se esqueça de verificar se o reservatório de água do limpador de parabrisa está cheio. Dois outros componentes que também devem ser checados são o sistema de ventilação e o desembaçador traseiro. Em percursos longos, a chuva intensa impede que os ocupantes abram os vidros. Daí é necessário acionar o sistema de ventilação. Portanto, verifique se ele está funcionando antes de dirigir, seja na rua, seja na estrada. O mesmo conselho vale para os carros que têm ar-condicionado. Especialistas alertam que é necessária uma revisão (troca de óleo e gás) a cada dois anos. Outra consequência dos dias chuvosos é que vidros, fechados por muito tempo, tendem a ficar embaçados. Por isso, o desembaçador traseiro precisa estar funcionando bem. Mesmo assim, uma dica é levar sempre uma flanela no porta-luvas, a fim de evitar imprevistos. Vale checar também as borrachas de vedação. Se elas estiverem quebradiças ou rachadas, devem ser trocadas. Às vezes, em uma garoa, o problema passa despercebido. Mas uma chuva forte vai causar uma goteira dentro do carro, o que causa mau cheiro no veículo.
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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".