DESLIZES

Diretoria do Fla diverge sobre situação de Adriano

Diretoria do Fla diverge sobre situação de Adriano
07/09/2012 15:26 - terra


Os recentes deslizes de Adriano geraram contradição no discurso dos dirigentes do Flamengo. Principalmente no que diz respeito à decisão sobre o que fazer em caso de uma nova indisciplina. O diretor de futebol Zinho acha que isso não é determinante para a rescisão de contrato, pensamento diferente do da presidente Patricia Amorim.

A mandatária não pensa em aliviar a barra do atacante. Pelo contrário. Presente ao encontro na sede da Federação do Rio de Janeiro sobre violência de torcidas, na quinta, Patricia Amorim enfatizou que o Flamengo não será tolerante com novos erros e valerá o que foi redigido no contrato de produtividade assinado pelo jogador. Como já tem duas advertências,

Adriano poderá ter o compromisso rescindido se for punido mais uma vez.
"O contrato é bem claro e de fácil entendimento. Em qualquer infração haverá punição. O Flamengo deu toda a chance, todo o espaço, sabia dos riscos, sabe dos riscos, mas a realidade é o que está escrito. E nós vamos fazer valer o que está escrito. O Flamengo tem de ser preservado como instituição séria que é e assim será", disse.

Escolhido por Patricia Amorim para tomar as decisões do futebol do Flamengo, Zinho mostrou decepção com a atitude de Adriano e reconheceu que os problemas causados afetam não só o jogador, mas o clube. Contudo, mostra mais paciência com as falhas. Ele explica que a rescisão não é automática, mas a decisão, se o erro se repetir, será da cúpula de futebol.
 

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".