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Diretor do Corinthians confirma troca de Jadson por Pato: "estamos finalizando"

Diretor do Corinthians confirma troca de Jadson por Pato: "estamos finalizando"
06/02/2014 06:00 - Terra


O diretor jurídico do Corinthians, Luiz Bussap, confirmou na noite de ontem, no Estádio Pacaembu, a troca envolvendo o atacante Alexandre Pato e o meio-campista Jadson, do São Paulo. O dirigente disse que a negociação está praticamente finalizada.

"Santoro (aatual advogado do Corinthians) está tratando disso. Acredito que o Jadson vem por empréstimo no mesmo período que o Pato vai para lá. É um detalhe que estamos finalizando. O Pato fica até dezembro de 2015 lá. Acredito que o Corinthians vai assumir uma parte do salário do Alexandre", explicou.

O presidente do Corinthians, Mário Gobbi, contudo, adotou cautela e preferiu não confirmar a negociação. Nos vestiários do Pacaembu para o duelo contra o Bragantino, nesta quarta-feira, o mandatário só admitiu o interesse do São Paulo, mas desconversou sobre o tema.

​Dessa forma, Jadson chegaria para suprir a ausência do meio-campista Douglas, que está de saída para o Vasco da Gama. Por outro lado, Alexandre Pato sai do clube depois de diversas ameaças de torcedores - um grupo chegou, inclusive, a invadir o CT Joaquim Grava para cobrar especialmente o jogador.

Pato, que tem vencimentos astronômicos no Corinthians, teria parte do salário bancado pelo clube do Morumbi, enquanto o time alvinegro arcaria com o restante. Já Jadson chegaria ao Parque São Jorge até o fim do contrato com o São Paulo - Pato ainda poderia retornar no fim do empréstimo.

O camisa 7 corintiano sequer compareceu ao Pacaembu para defender a equipe diante do Bragantino, nesta quarta. Jadson, por outro lado, foi relacionado para o duelo do São Paulo desta quinta contra o Paulista.

Felpuda


Sindicalista defende o fim de mordomias e privilégios dos políticos e dos integrantes de outros Poderes, conforme divulgação feita por sua assessoria. Para ele, está na hora de se colocar um basta nessa situação, questionando, inclusive, o número de parlamentares e de assessores. Entretanto, não demonstra a mesma aversão por aqueles dirigentes de sindicatos que se perpetuam no poder e que comandam mais de uma entidade, assim como ele. Afinal, o exemplo deve vir de casa, né?