POLÍTICA

Dilma terá 3 minutos a mais que Serra no horário eleitoral

Dilma terá 3 minutos a mais que Serra no horário eleitoral
13/08/2010 08:11 -


BRASÍLIA

A candidata petista à Presidência da República Dilma Rousseff terá 10 minutos, 38 segundos e 54 centésimos de propaganda eleitoral gratuita, que começa na próxima terça-feira. São três minutos a mais do que seu principal rival na disputa, o tucano José Serra. A duração se justifica pelo fato de a coligação da ex-ministra da Casa Civil ser composta por dez partidos. Incluindo o PMDB, legenda com maior representação no Congresso. O tempo foi divulgado ontem pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
José Serra, que tem o apoio de seis partidos, possui o segundo maior tempo - 7 minutos, 18 segundos e 54 centésimos. A candidata do Partido Verde, Marina Silva, terá 1 minuto, 23 segundos e 22 centésimos. Eles vão dividir cada um dos dois blocos de 25 minutos que serão veiculados em cadeia de rádio e televisão.
Segundo o TSE, a propaganda de Plínio Arruda Sampaio (PSOL) terá a duração de 1 minuto, 1 segundo e 94 centésimos. Já os outros cinco candidatos a presidente, Rui Costa Pimenta (PCO), José Maria de Almeida (PSTU), José Maria Eymael (PSDC), Levy Fidelix (PRTB) e Ivan Pinheiro (PCB) contarão com 55 segundos e 56 centésimos cada um.
Na semana passada, o TSE sorteou a ordem dos candidatos no programa eleitoral gratuito. Quem abre o horário gratuito para presidente é o candidato José Serra. Dilma será a quinta e Marina, a oitava. O sistema adotado pelo TSE é o de rodízio. Na propanda seguinte, a ordem se inverte. Quem está em último vira o primeiro.
O horário eleitoral funciona como uma espécie de vitrine dos presidenciáveis para o eleitorado, que se informa, na maioria, por meio da TV e do rádio. As inserções ocorrerão sempre às terças, quintas e sábados até 30 de setembro.
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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".