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VÍTIMAS DE RACISMO

Dilma Rousseff vai receber jogadores

Dilma Rousseff vai receber jogadores
12/03/2014 16:15 - terra


A presidente Dilma Rousseff vai receber na quinta-feira, no Palácio do Planalto, representantes do movimento negro e dois jogadores de futebol vítimas de preconceito racial: o volante do Cruzeiro Paulo César Nascimento, o Tinga, e Marcos Arouca da Silva, o santista Arouca.

No domingo, pelo Twitter, Dilma lamentou os episódios de racismo contra Arouca e o árbitro Márcio Chagas da Silva, que também foi vítima de ofensas por ser negro. Antes, a presidente havia manifestado solidariedade a Tinga. "É inadmissível que o Brasil, a maior nação negra fora da África, conviva com cenas de racismo", disse.

Dilma disse que o governo brasileiro, a Organização das Nações Unidas (ONU) e a Federação Internacional de Futebol (Fifa) estão se mobilizando para que a Copa do Mundo do Brasil sirva para combater o preconceito. "Estou convidando líderes religiosos do mundo a enviarem manifestações contra o racismo e pela paz", escreveu a presidente em sua conta pessoal no Twitter.

Arouca foi chamado de macaco por um torcedor, após uma partida pelo Campeonato Paulista, em Mogi Mirim, no interior de São Paulo. O árbitro Márcio Chagas da Silva também foi chamado de macaco e teve bananas deixadas por torcedores em seu carro, depois de apitar a partida entre Esportivo e Veranópolis, em Bento Gonçalves (RS). Tinga foi vítima de racismo durante uma partida disputada no Peru pela Copa Libertadores da América. Sempre que Tinga tocava na bola, a torcida peruana fazia sons imitando macaco.

Felpuda


Sindicalista defende o fim de mordomias e privilégios dos políticos e dos integrantes de outros Poderes, conforme divulgação feita por sua assessoria. Para ele, está na hora de se colocar um basta nessa situação, questionando, inclusive, o número de parlamentares e de assessores. Entretanto, não demonstra a mesma aversão por aqueles dirigentes de sindicatos que se perpetuam no poder e que comandam mais de uma entidade, assim como ele. Afinal, o exemplo deve vir de casa, né?