MENSALÃO

Dilma não quer que julgamento interfira na rotina do governo

Dilma não quer que julgamento interfira na rotina do governo
01/08/2012 19:08 - agência brasil


O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, disse hoje (1°) que a orientação da presidenta Dilma Rousseff é que a rotina de trabalho do governo não seja alterada durante o julgamento do mensalão que começa amanhã (2).

“A orientação da presidenta Dilma é que governo não pare, não faça nenhum tipo de ação que não seja voltada para que a máquina siga funcionando”, disse Carvalho. Segundo o ministro, o governo confia na atuação do Judiciário.

“Temos uma decisão de governo de continuar trabalhando, com muita seriedade nesse tempo. O Judiciário vai fazer a parte dele, nós temos confiança no Poder Judiciário e seguiremos trabalhando”.

Mensalão foi o nome dado para as investigações conduzidas pela comissão parlamentar mista de inquérito (CPMI), no governo do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de um esquema de compra de votos de parlamentares pelo Executivo. O Supremo Tribunal Federal (STF) julgará 38 réus que constam dos autos do processo, entre eles José Dirceu, ex-ministro da Casa Civil no governo Lula.

No Congresso, a base governista tentará diminuir ao máximo o impacto político do julgamento do mensalão nas votações no Congresso Nacional, apostando nos projetos relacionados à economia. Durante os meses de agosto, setembro e outubro estão previstas 12 sessões deliberativas para votações no Congresso Nacional, conforme o acordo firmado antes do recesso parlamentar.

De acordo com o líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM), as sessões deverão ser destinadas prioritariamente à votação de medidas provisórias que estão pendentes desde o primeiro semestre.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".