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Campo Grande

Dia Mundial do Rim terá ações na Praça Ary Coelho

12 MAR 14 - 14h:00TARYNE ZOTTINO

O Dia Mundial do Rim é comemorado amanhã (13). Por isso, a Associação Beneficente dos Renais Crônicos (Abrec) realiza a campanha “Previna-se”, com o tema “01 em 10: O rim envelhece, assim como nós”. O objetivo é chamar a atenção para a doença renal crônica (DRC), que pode atingir 10% da população, especialmente idosos, pois o risco de desenvolvimento da enfermidade aumenta com o envelhecimento. As equipes da Abrec e da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) estarão amanhã na Praça Ary Coelho, em Campo Grande, orientando a população das 7h30min até às 16h30min. Serão realizadas atividades como: orientação nutricional, aferição de pressão arterial, cálculo de IMC (índice de massa corpórea), orientação para pacientes de risco (hipertensos e diabéticos) e esclarecimento sobre a doença renal crônica. Os pacientes diagnosticados com fatores de riscos para a doença serão avaliados e submetidos a exames mais específicos.

A doença é caracterizada pela perda progressiva e irreversível das funções renais. Sua real prevalência não é totalmente conhecida, mas cerca de 10% da população adulta tem algum grau de perda de função renal. Esse percentual pode aumentar de 30% a 50% em pessoas acima de 65 anos, deixando evidente que o risco para o seu aparecimento aumenta substancialmente com o envelhecimento. Segundo o IBGE, cerca de 10% da população brasileira tem mais de 65 anos de idade. Além de fazer um paralelo entre envelhecimento e a DRC, a campanha apresenta os fatores de risco que contribuem para o surgimento da doença, como a hipertensão arterial, o diabetes melitus, obesidade, tabagismo e presença de história familiar de doença renal. Segundo o governo brasileiro, considerando a população brasileira maior de 18 anos, mais de 20% tem hipertensão arterial, cerca de 8% tem diabetes, 18% é tabagista e cerca de 50% metade tem excesso de peso. Os desfechos mais alarmantes da doença renal crônica são a mortalidade por doença cardiovascular e a necessidade de Terapia Renal Substitutiva (TRS), que consiste em hemodiálise, diálise peritoneal e transplante.

Um jovem de 30 anos que esteja em diálise tem a mesma chance de morrer do coração, que um senhor de 80 anos, com a função renal esperada para a sua idade. A mortalidade dos pacientes gira em torno de 15% ao ano, sendo maior no início da terapia, por conta do diagnóstico tardio. Um dado chocante e que contribui de forma significativa para essa realidade é que cerca de 70% dos pacientes que iniciam diálise desconheciam ser portadores da doença. Logo, o diagnóstico precoce é fundamental. Todo e qualquer paciente que apresentar um dos fatores de risco mencionados (hipertensão, diabetes melitus, idade avançada, história familiar), em qualquer nível de atendimento de saúde, deve ser triado para a DRC através do exame de urina e da dosagem de creatinina no sangue.

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