Especial Coronavírus (COVID-19) - Leia notícias e saiba tudo sobre o assunto. Clique aqui.

PROJETO

Detentos trabalham em reforma de escolas na Capital

Detentos trabalham em reforma de escolas na Capital
17/01/2014 00:00 - DA REDAÇÃO


A Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen) em conjunto com a 2ª Vara de Execução Penal de Campo Grande (2ª VEP) e a Secretaria de Estado de Educação está desenvolvendo o projeto “Pintando Educação com Liberdade”, no qual reeducandos estão trabalhando na reforma de uma escola pública da capital. Todo o trabalho é realizado pelos internos do Centro Penal Agroindustrial da Gameleira (CPAIG), que recebem remuneração pela atividade.

O dinheiro investido na obra é do Conselho da Comunidade de Campo Grande, proveniente de desconto no salário pago a todos presos que trabalham na Capital, instituído pelo Poder Judiciário. A ideia é retribuir à população dando uma ocupação digna aos custodiados, ao mesmo tempo em que se contribui com a educação, base do desenvolvimento da sociedade.

Lançado no início deste mês de janeiro, o projeto foi idealizado pelo juiz da 2ª VEP, Albino Coimbra Neto, e é coordenado pelo diretor do CPAIG, Tarley Cândido Barbosa. A primeira escola da rede estadual beneficiada está sendo Delmira Ramos, localizada no Bairro Coophavilla II.

Atualmente entre 700 e 800 presos, distribuídos em mais de 60 empresas da Capital que funcionam tanto dentro como fora dos presídios, foram encaminhados ao trabalho pelo poder público, por meio do Patronato Penitenciário e Divisão do Trabalho da Agepen, e tem o percentual de 10% descontado em sua folha de pagamento. Dos recursos arrecadados, R$ 64 mil foram destinados para a escola Delmira Ramos e já há previsão das próximas escolas que serão beneficiadas. A obra deve se estender por cerca de dois meses.  

Felpuda


Engana-se quem acha que diminuiu a voracidade de ter fatia de cobiçado bolo por parte de “quem manda”. O recuo realmente houve, mas só por enquanto e por uma questão de estratégia, até porque, nas primeiras investidas, as portas não se abriram. E continuam fechadas. Mas quem conhece bem a dita figurinha aposta que ela não desistirá até encontrar, digamos,  um “chaveiro amigo”. Essa gente não sossega nem diante da pandemia... Afe!