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AUMENTO

Depois de 10 anos pedágio na ponte sobre o rio Paraguai é reajustado

Depois de 10 anos pedágio na ponte sobre o rio Paraguai é reajustado
02/04/2011 11:00 - NOTÍCIAS MS


A partir do dia 11 deste mês de abril, haverá alteração os valores cobrados como pedágio para travessia da ponte de concreto sobre o rio Paraguai, no trecho da BR 262 entre os municípios de Miranda e Corumbá, tendo em vista que os valores que estão em vigor foram fixados em 2001, não sofreram reajuste desde então.

De acordo com o secretário de Obras Wilson Cabral Tavares, “o reajuste se faz necessário, uma vez que, ao longo desses anos, ocorreram altas significativas nos custos operacionais para a manutenção da ponte gerando dispêndio de difícil suporte”.

O pedágio, em questão, é cobrado dos condutores ou proprietários de quaisquer espécies de veículos automotores, que utilizam a ponte de concreto como meio de ultrapassagem do Rio Paraguai, ficando isentos da cobrança os condutores de veículos automotores de propriedade da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, inclusive de suas autarquias e fundações, bem como dos veículos pertencentes aos governos de outros países e destinados às suas representações diplomáticas, de acordo com o artigo terceiro da Lei estadual nº 1.480, de 4 de fevereiro de 1994.

Conforme fixa a resolução SEOP/ nº 001 de 31 de março findo, a partir de 11 de abril, o valor do pedágio para motocicletas passará a R$ 3,30. Veículos leves tais como automóveis, caminhonetes, furgões, reboques de dois eixos e similares pagarão R$ 5,50 enquanto caminhões e ônibus com rodado duplo de até 3 eixos terão pedágio de R$ 11,00 e veículos pesados (caminhões e ônibus com mais de 3 eixos) pagarão R$ 22,00.

 

Felpuda


A tal estratégia de jogar informações nas redes sociais com objetivo de prejudicar adversários está começando a gerar reações. Uma dessas figurinhas vai ter de explicar, na Justiça, o por quê de postagem trazendo suspeitas pesadas contra cabeça coroada, que não gostou nadica de nada de ver o seu nome sendo usado como “bucha de canhão” para fins eleitoreiros. Vem chumbo grosso por aí! E sai debaixo!...