CAVENDISH

Depoimento é marcado para o próximo dia 28

Depoimento é marcado para o próximo dia 28
14/08/2012 15:33 - agência câmara


O presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), marcou para o próximo dia 28 o depoimento de Fernando Cavendish, ex-presidente da construtora Delta

Antes, o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) havia cobrado essa data. “Nós já ouvimos o decorador da casa de Cachoeira e daqui a pouco vamos ouvir o psicólogo da atual mulher ou da ex-mulher”, ironizou. Ele criticou a demora em marcar o depoimento do ex-diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) Luiz Antônio Pagot, que se dispôs a falar na comissão, e dos ex-sócios da Sigma Engenharia e Consultoria Ltda. José Augusto Quintela e Romeno Marcelino Machado. A empresa foi incorporada pela Delta Construtora S.A em 2008. “Não estamos indo atrás de quem tem de vir nessa CPI”, afirmou.

O senador Randolfe Rodrigues (Psol-AP) e o deputado Rubens Bueno (PPS-PR) também cobraram as datas. Segundo Bueno, a lógica de convidar o deputado Carlos Alberto Leréia (PSDB-GO) deveria ser usada também para Pagot, que se dispôs a falar na comissão. “Se vamos convidar um, vamos convidar o outro. Mantemos o equilíbrio e o respeito desta comissão parlamentar”, afirmou.

Lorenzoni também ironizou a afirmação da ex-mulher de Cachoeira, Andréa Aprígio, que disse diversas vezes não ter nada a ver com os negócios do contraventor. “Não tem nada a ver com ele, mas já o visitou mais vezes na prisão que a atual mulher. É um caso inédito, uma ex que faz mais visitas que a atual”, disse.

A reunião está sendo realizada na sala 2 da ala Nilo Coelho, no Senado.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".