Quinta, 22 de Fevereiro de 2018

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Delcídio defende união supraparidária em torno de Dilma

14 OUT 2010Por DA REDAÇÃO22h:00

O senador Delcídio do Amaral defende a construção de uma aliança suprapartidária em Mato Grosso do Sul para ajudar a eleger a ex-ministra Dilma Roussef Presidente da República.

“Não temos o direito de prejudicar a Dilma por causas de divergências internas. O caminho correto é o PT seguir uma única direção, com os partidos aliados, trabalhando pela eleição da Dilma. Nós, como dirigentes e lideranças partidárias, temos que ter essa responsabilidade. Vamos ajudar a eleger a Dilma pelo bem do Brasil e do nosso povo. E eu já estou trabalhando para isso. Comecei a procurar os prefeitos, independente dos partidos aos quais eles são filiados, para que caminhem conosco. Esse é o desafio. Temos que botar a cara, assumir o papel de protagonista e a participação de todos é importante", frisou. Para Delcídio, da aliança suprapartidária deve participar, inclusive, o PMDB.

“Não há mais justificativa que leve o PMDB de Mato Grosso do Sul a apoiar o Serra. O PMDB nacional está com a Dilma. O Michel Temer é vice da Dilma. Portanto, o PMDB do nosso estado tem que estar com a Dilma. E não temos que nos intimidar. As disputas regionais prevaleceram até o dia 3 de outubro. Agora a disputa é nacional”, defendeu o senador.

Delcídio detalhou os próximos passos da estratégia para conseguir o maior número de votos possível para a candidata do PT.

“Semana que vem vamos organizar um grande encontro de prefeitos em Campo Grande para mostrar a nossa força. Os presidentes dos diretórios municipais do PT já estão com material de campanha e a maioria dos diretórios está fazendo movimentos em favor da eleição da Dilma. Esse é o caminho. E vamos agregar mais gente. O PR vai marchar conosco. Está com a Dilma na nacional e vai estar conosco aqui também. Temos que ir pra rua, pro povo, sem medo de fazer o debate político, porque temos vantagem em todos os principais itens que afetam o cotidiano das pessoas. Temos tudo para fazer um grande debate”, avalia.

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