sexta, 20 de julho de 2018

Defesa de médico de Michael Jackson trabalha com hipótese de suicídio

4 JAN 2011Por R723h:33

Advogados do médico pessoal de Michael Jackson tentarão argumentar que o falecido Rei do Pop se matou com uma overdose de medicamentos, afirmaram promotores antes de audiência prévia ao julgamento, nesta terça-feira (4), sobre a morte do cantor.

O caso se concentra no papel do cardiologista Conrad Murray, acusado de homicídio culposo pela morte, em 25 de junho de 2009, do astro da música pop. Michael Jackson morreu aos 50 anos, vítima de parada respiratória induzida por medicamentos.

Na audiência preliminar, o juiz da Corte Superior de Los Angeles, Michael Pastor, decidirá se há evidências suficientes para denunciar Murray, de 57 anos, por homicídio culposo, que é matar sem a intenção de fazê-lo.

Murray é acusado de ter administrado um poderoso coquetel de sedativos e analgésicos para ajudar Jackson a dormir, e alega inocência das acusações.

O falecimento de Jackson, o maior astro pop de sua geração, chocou o mundo do entretenimento e deu origem a um intenso debate sobre a saúde do artista às vésperas de uma série de shows em Londres que marcariam sua volta aos palcos.

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