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Campo Grande - MS, sábado, 17 de novembro de 2018

Defensor público pede que STF anule o processo para dono da empresa Natimar

10 AGO 2012Por AGÊNCIA BRASIL16h:00

A defesa de Carlos Alberto Quaglia, dono da empresa Natimar, pediu hoje (10), no julgamento do mensalão, a nulidade do processo para o seu cliente. O defensor público-geral federal, Haman Tabosa de Moraes e Córdova, alegou que houve cerceamento de defesa, uma vez que o advogado de Quaglia, Haroldo Rodrigues, não foi intimado durante o andamento do processo do mensalão.

“É um réu indefeso, com braços e pernas amarrados. A Defensoria Pública da União foi intimada e se manifestou pedindo a intimação do acusado para saber sobre a mudança de advogado”, disse Córdova.

Na véspera do julgamento, dia 1º de agosto, o advogado Haroldo Rodrigues entrou com um recurso no Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo a nulidade do processo para o seu cliente. Ele também alegou que houve cerceamento de defesa porque não foi convocado a defender Quaglia em etapas importantes do processo.

O empresário começou a ser defendido pelo advogado Dagoberto Antoria Dufau, que deixou o caso em 2010. Em abril de 2011, o ministro do STF Joaquim Barbosa, relator do processo do mensalão, entendeu que o réu não nomeou outro defensor e instituiu a Defensoria Pública da União como seu representante judicial.

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