sábado, 21 de julho de 2018

fevereiro

Custo da construção acelera

23 FEV 2011Por INFOMONEY09h:00
 

O brasileiro gastou 0,39% a mais para construir no mês de fevereiro, segundo informações do INCC-M (Índice Nacional de Custo da Construção) da FGV (Fundação Getulio Vargas), divulgado nesta quarta-feira (23).

A variação é 0,02 ponto percentual maior do que a registrada em janeiro, quando ficou em 0,37%. Nos últimos 12 meses, o INCC-M, que é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual, tem variação acumulada de 7,46% e no acumulado do ano a taxa é de 0,76%.

Grupos
O grupo Materiais e Equipamentos e Serviços registrou alta de 0,54% este mês, resultado superior ao apurado em janeiro, de 0,22%. A maior contribuição para o resultado do grupo veio do subgrupo materiais para instalação, que passou de 0,76% para 1,34% no período analisado.

O subgrupo materiais para acabamento também apresentou aceleração em fevereiro, passando de 0,32% para 0,77%.

No que diz respeito ao grupo Mão de Obra, a variação foi de 0,12% este mês, menor frente à taxa de 0,32% verificada no primeiro mês do ano.

Influências
No geral, as maiores influências positivas para o resultado apurado no mês de fevereiro foram as seguintes: condutores elétricos (de 4,11% para 4,92%), taxas de serviços e licenciamentos (de 2,85% para 2,12%), vale transporte (de 4,87% para 2,46%), vergalhões e arame de aço ao carbono (de -1,20% para 0,87%) e engenheiro (de 0,51% para 0,74%)

Por outro lado, as maiores influências negativas foram de massa de concreto (de 0,34% para -0,58%), tubos e conexões de PVC (de 0,31% para -0,16%), tábua de terceira (de 0,39% para -0,27%), produtos de fibrocimento (de 0,33% para -0,21%) e ladrilhos e placas para pisos (de -0,24% para -0,05%).

Capitais
Considerando as sete capitais estudadas pela FGV neste mês, cinco apresentaram aceleração, conforme mostra tabela a seguir:

 

Cidade Janeiro de 2011 (%) Fevereiro de 2011 (%)
Salvador 0,26 0,41
Brasília 0,10 0,04
Belo Horizonte 1,78 0,31
Recife 0,46 0,92
Rio de Janeiro 0,29 0,42
Porto Alegre 0,12 0,24
São Paulo 0,17 0,46

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