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TRAGÉDIA

'Cumpri meu dever', diz sargento que baleou atirador no RJ

'Cumpri meu dever', diz sargento que baleou atirador no RJ
07/04/2011 13:11 - g1


"Cumpri o meu dever." Foi assim que o sargento Márcio Alves resumiu a ação na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na Zona Oeste do Rio, em que 12 crianças e o atirador morreram. Segundo ele, Wellington Menezes de Oliveira foi baleado e, depois de ferido, se suicidou.

"Cheguei já estava ocorrendo os tiros. No segundo andar, encontrei o meliante saindo de uma sala. Ele apontou a arma na minha direção, foi baleado, caiu na escada e cometeu o suicídio", contou Alves, que lembrou ainda que o atirador usava um cinturão com munição.

Chamado de herói pelo governador Sérgio Cabral, ele disse ainda que, pai de filhos nesta idade, o sentimento é de tristeza pelas vítimas e pelos alunos que presenciaram o ataque. "Se eu tivesse chegado cinco minutos antes, teria evitado", ponderou ele, que tem 18 anos de polícia.

"Depois de tudo, teve uma criança que me agradeceu muito. Ela me abraçou e me deu um beijo", lembrou Alves.

O governador do Rio, Sergio Cabral, disse que o massacre na escola em Realengo só não foi maior pela ação de um herói da Polícia Militar e uma heroína da escola. "Gostaria de agradecer ao herói, o sargento Alves, que estava participando de uma operação, a dois quarteirões, do Detro junto com o BPRV. E o sargento Alves foi convocado por dois meninos", disse Cabral, que elogiou ainda a professora que mandou os estudantes procurarem ajuda.

Segundo Cabral, a primeira pessoa com quem o atirador falou ao chegar à escola foi uma professora. "A professora da sala de leitura conversou com ele e o reconheceu. Pediu um instante e ele cometeu essa covardia contra crianças inocentes."

O prefeito Eduardo Paes também agradeceu a atuação policial em Realengo. "A gente está diante de uma tragédia que podia ser muito pior se não fosse a ação de um PM, um herói que atingiu esse criminoso e conseguiu impedir que ele continuasse esse massacre aqui. Quero agradecer às forças policiais", disse.

Felpuda


Tudo indica que o MDB não conseguiu convencer o PSDB de iniciar namoro com vistas a casamento nas eleições, e a ideia teria sido descartada. Os tucanos demonstraram que o problema deles não é o cargo: os emedebistas ofereceram a vaga de vice na disputa à Prefeitura de Campo Grande, a mesma cobiçada pelos tucanos, mas na chapa do PSD do atual prefeito. A questão, politicamente falando, seria, digamos, o oferecido “noivo”. Afe!