Terça, 12 de Dezembro de 2017

Libertadores

Cruzeiro sofre com altitude e perde para o Real Garcilaso

12 FEV 2014Por Terra23h:07

O Cruzeiro não teve a estreia dos sonhos na Libertadores de 2014. A equipe mineira até saiu na frente na altitude de Huancayo na etapa inical, mas tomou a virada no segundo tempo por 2 a 1 do Real Garcilaso e decepcionou a torcida que aguardava a volta do time de Belo Horizonte ao principal torneio sul-americano entre clubes.

A volta do Cruzeiro à Libertadores após três anos distante era aguardada pelos torcedores, mas não veio do jeito como os mineiros imaginavam. Nas 13 edições anteriores em que esteve na competição, o clube de Belo Horizonte saiu com a vitória em nove estreias, perdeu três e tinha empatado um jogo inicial.

Na noite desta quarta, o Cruzeiro começou o duelo com uma boa postura, mesmo na altitude de 3.200 metros da cidade de Huancayo. Aos 19min, o atual campeão brasileiro aproveitou a fragilidade do adversário para abrir o placar: após cobrança de escanteio de Dagoberto, Bruno Rodrigo subiu mais que a defesa adversária para dar a vantagem aos visitantes.

Após sofrer o gol, o time da casa partiu em busca do empate e teve duas chances em sequência aos 27min e aos 29min. A melhor chance até o intervalo, no entanto, voltou a ser cruzeirense: aos 45min, Dagoberto fez boa jogada e acertou a trave do goleiro da equipe peruana, em lance que poderia ter definido a partida.

Na volta para o segundo tempo, o Garcilaso assustou os cruzeirenses desde o primeiro minuto. O empate não demorou: aos 6min, Rodríguez desviou de cabeça na primeira trave após cobrança de escanteio e Brítez apareceu na segunda trave para concluir. O jogo ficou aberto com os dois times no ataque, mas os peruanos viraram aos 16min, quando em nova bola parada Rodríguez deu o último toque para as redes.

Desgastado com a altitude e com o início de temporada, o Cruzeiro cansou na etapa final e não conseguiu furar a barreira adversária. A equipe teve que se contentar com a derrota e com um fato triste no Peru: toda vez que o meio-campista Tinga tocava na bola, os torcedores locais imitavam sons de macaco. 

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