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CIDADES

Crianças vítimas de violência em casa

Crianças vítimas de violência em casa
15/09/2010 13:58 -


Brasília

Pelo menos 61% das crianças e dos adolescentes do Paraguai são vítimas de violência doméstica e abuso por parte dos pais e parentes. A conclusão é de um estudo, divulgado ontem, pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). A maioria dos pesquisados relatou ter sofrido abuso físico grave e um percentual menor disse ter sido vítima de violência psicológica.
Os especialistas do Unicef recomendaram que as autoridades criem políticas públicas que fortaleçam os sistemas de comunicação, deem mais atenção às vítimas e atuem como órgãos de repressão da criminalidade.
A pesquisa da Unicef foi feita com mais 800 estudantes, de 10 a 18 anos, em 50 escolas públicas e privadas do Paraguai. Foram ouvidos adolescentes e crianças da capital, Assunção, e também de outras regiões do país. De acordo com os especialistas, são comuns os relatos de castigos físicos e humilhações verbais, nas entrevistas das crianças e dos adolescentes paraguaios.
O especialista em questões de proteção à criança do Unicef no Paraguai, Andrea Sid, disse que 35% dos entrevistados relataram punições físicas graves, 13% reclamaram de violência leve e mais 13% queixaram-se de violência psicológica . “Os abusos graves envolvem espancamentos com objetos, além de chutes e até tentativas de incendiar e asfixiar as vítimas”, afirmou.
Para o Unicef, o levantamento deve ser utilizado pelas autoridades paraguaias como um alerta e também impulso para a adoção de medidas efetivas contra a violência doméstica. Sid ressaltou que a violência contra as crianças e os adolescentes é uma violação aos seus direitos humanos.

Felpuda


Engana-se quem acha que diminuiu a voracidade de ter fatia de cobiçado bolo por parte de “quem manda”. O recuo realmente houve, mas só por enquanto e por uma questão de estratégia, até porque, nas primeiras investidas, as portas não se abriram. E continuam fechadas. Mas quem conhece bem a dita figurinha aposta que ela não desistirá até encontrar, digamos,  um “chaveiro amigo”. Essa gente não sossega nem diante da pandemia... Afe!