Campo Grande - MS, quinta, 16 de agosto de 2018

MODERNIZAÇÃO

Correio do Estado investe em mais páginas e tecnologia

1 JUN 2011Por ICO VICTÓRIO E MARIA MATHEUS00h:02

O jornal Correio do Estado dá mais um passo importante para manter consolidada a liderança imbatível na preferência dos sul-mato-grossenses. Para a direção do maior meio de comunicação impresso de Mato Grosso do Sul, os investimentos em tecnologia, na verdade, nunca deixaram de figurar no seu orçamento anual. Porém, algumas medidas sempre precederam projetos de expansão. Tanto na sua linha editorial-gráfica, quando na estrutura física de seu parque impressor.

Preconizado pelo professor J. Barbosa Rodrigues e dona Enedina (fundadores do Grupo Correio do Estado), o jornal consolida mais uma etapa de sua longa jornada de mudanças pontuais que o alçaram à condição de líder absoluto do segmento, com a implantação - a partir desta edição - da nova configuração do número de páginas, visando não só atender ao seu leitor, com mais conteúdo no cotidiano, como adequar-se às exigências do mercado, em especial, das agências de propaganda.

Em síntese, com o novo estágio instalado na rotativa, o primeiro Caderno sai publicado (a partir desta data) com 12 páginas, Capa (Página 1), Editorial (Página 2), Política Regional (Páginas 3 e 4) e Política Nacional (Página 5); Economia Regional (Páginas 6 e 7), Economia Nacional (Página 8), Cidades (Páginas 9,10,11 e 12). A Página 12 ficará, sempre, reservada para reportagens especiais.

O segundo Caderno valoriza o que o brasileiro mais ama: o futebol. O Correio do Estado sai na frente e antecipa a tendência dos grandes jornais, dedicando amplo espaço para o Esporte, que ganhou Capa e mais duas páginas diárias (Páginas 13, 14 e 15). Mais além, o dia a dia do noticiário policial tem garantidas as Páginas 16 e 17). Por fim, Brasil/Mundo, fecha o Caderno (Página 18), podendo, sempre que necessário, ser ampliado para 8 ou 12 páginas. O Caderno B continuará com sua atual configuração, o mesmo vale para os classificados.

Novo caderno
Para fechar o primeiro semestre, vem aí o mais novo caderno: Educação, com lançamento marcado para o próximo sábado, 4 de junho, recheado de conteúdo para professores e alunos. O caderno vai circular quinzenalmente.  

Investimentos foram de R$ 2 milhões

O jornal investiu aproximadamente R$ 2 milhões na reforma da gráfica e na aquisição de um equipamento para melhorar a qualidade de impressão. A rotativa foi ampliada (uma DGM 430 foi acoplada na Goss Community), permitindo o aumento do número de páginas coloridas e mais precisão no registro de cores. Recentemente, a empresa investiu também na reforma de vários setores, como redação, fotografia, revisão, paginação, diagramação e, inclusive, adquiriu computadores de moderna geração.

"Nós ampliamos a rotativa para ter um maior número de páginas no mesmo caderno. Do limite de oito, agora, é de 12 páginas totalmente coloridas", explicou o técnico de rotativas offset, Arubatan Spada. "A qualidade das cores também está melhor. O controle, em vez de ser manual, é elétrico. Então, fica mais fácil para acertar as cores. A qualidade de tinta também é diferente, muito melhor", disse o técnico. "A impressão do jornal ficou mais bonita".

O novo equipamento permite, ainda, inovações como a primeira página falsa, em que uma capa recortada, com o tamanho correspondente a 1/3 de página, é colocada sobre a capa verdadeira. A capacidade de produção do jornal, ainda segundo Spada, continua a mesma: 35 mil exemplares por hora. A nova torre de impressão entrou em funcionamento no dia 21 de abril.

Impressão ecológica
O Correio do Estado vem utilizando o processo conhecido como "impressão ecológica", o que reduziu o consumo de água, de energia elétrica e de produtos químicos, trazendo benefícios econômicos e ambientais.

A modernização do sistema permitiu a economia de 3,6 mil a 7,2 mil litros de água por dia, uma vez que não é mais necessário lavar as chapas - parte do processo anterior de impressão. Além disso, as novas máquinas trabalham em temperatura, em média, três graus abaixo do sistema anterior, o que acarreta economia de energia elétrica.

O antigo processo descartava 240 litros por mês de resíduos químicos altamente poluidores. Agora, são 40 litros e os resíduos têm pH (nível de acidez) neutro, o que torna a neutralização mais fácil.

  

Leia Também