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MEIO AMBIENTE

Córregos da Capital correm risco, alerta especialista

Córregos da Capital correm risco, alerta especialista
05/06/2014 00:00 - DA REDAÇÃO


Quando José Antônio e sua comitiva chegaram em Campo Grande, procuraram um córrego para se instalar às margens. Mais de 100 anos depois, a Capital se vê diante de um dilema: como continuar se desenvolvendo sem matar os córregos. A reportagem está na edição de hoje (05) do jornal Correio do Estado.

Na data dedicada ao Meio Ambiente, o pesquisador na área de gestão de recursos hídricos e professor da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Teodorico Alves Sobrinho, alerta sobre a necessidade da população e do Poder Público voltarem os olhos para a preservação dos córregos da Capital. Hoje, segundo a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (Semadur), existem 32 córregos e um rio, o Anhanduí, no perímetro urbano de Campo Grande.

O crescimento urbano sem planejamento e a falta de cuidado com os córregos são os principais responsáveis por uma possível morte dos corpos de água da cidade. “Com a aceleração da urbanização e criação de novos empreendimento, a questão ambiental é deixada um pouco em segundo plano. Os córregos vão sofrer as consequências”, lembra o pesquisador. A reportagem é de Patrícia Belarmino.

Felpuda


Dois pedidos de desculpas, de autorias diferentes, foram assuntos muito comentados nas redes sociais com críticas ácidas às suas declarações, até porque os envolvidos não só os usaram despropositadamente, como tiveram de voltar a eles para se redimirem. Um deles, inclusive, quase criou uma crise política da-que-las, o que obrigou seu pai, figurinha carimbada, a pular miúdo para colocar panos quentes sobre a questão. Essa gente!...