CAMPO GRANDE

Corpos de jovens estavam em tubulação

Corpos de jovens estavam em tubulação
31/08/2012 14:00 - Gabriel Maymone


A polícia encontrou nesta tarde os corpos dos estudantes Breno Luigi Silvestrini de Araújo, de 18 anos, e Leonardo Batista Fernandes, 19 anos, dentro de uma tubulação que passa debaixo da pista de uma rodovia, em um trevo na região do Indubrasil, que liga até a saída para Rochedo.

Ainda não há informações de como aconteceu o crime, mas a suspeita da polícia é de que os jovens eram mantidos em cativeiro enquanto dois assaltantes levavam o veículo Pajero para a fronteira com a Bolívia.

Uma mulher foi detida em Corumbá e confessou o crime. Ela entregou à polícia o local do cativeiro. Outros dois suspeitos ainda estão foragidos. Equipes do Departamento de Operações da Fronteira (DOF), Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Polícia Militar (PM) estão em diligências para encontrar os criminosos foragidos.

A cena do crime está sendo periciada para as investigações. A polícia ainda não divulgou a forma com que os meninos foram assassinados.

Caso

Os universitários foram vistos pela última vez por volta das 20h30min de ontem (30), saindo de um bar, localizado no Bairro Miguel Couto.

Um amigo próximo aos dois postou uma foto dos jovens na rede solicitando ajuda de quem tenha informações sobre o paradeiro dos rapazes ou que tenha os visto em algum lugar. Até às 13h40min desta sexta-feira, a mensagem já havia sido compartilhada por mais de 3,7 mil pessoas.

O veículo Pajero em que estavam foi encontrado pela polícia durante uma barreira do DOF, na BR-262, em Corumbá. De acordo com a central de comunicação do DOF, o condutor e um passageiro que estavam no veículo no momento da abordagem conseguiram fugir. Houve perseguição, mas os dois não foram alcançados e o veículo foi abandonado.

Uma mulher, suspeita de envolvimento no caso foi detida e prestou depoimento à polícia. 

Matéria atualizada às 14h45min para acréscimo de informações

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".