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ACORDO

Corinthians deve pagar R$ 6 mi por terreno

Corinthians deve pagar R$ 6 mi por terreno
27/04/2011 08:37 - Uol


O Corinthians terá de arcar com mais um gasto para a construção de seu novo estádio em Itaquera, que deve ser palco da abertura da Copa do Mundo de 2014. Em acordo, o Ministério Público cobra R$ 6 milhões do clube, que não teria cumprido parte do acordo de concessão do terreno no bairro da zona leste de São Paulo.

Segundo reportagem do ‘Bom Dia São Paulo’, da TV Globo, o MP alega que o local foi cedido pela prefeitura paulistana por 90 anos em 1988, mas no acordo, o Corinthians teria de construir um estádio no terreno em até cinco anos, o que não aconteceu.

O Ministério Público entendeu que o clube desrespeitou o acordo e pediu a devolução do terreno. O pedido foi analisado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) e chegou a ser extinto, mas acabou sendo retomado em fevereiro deste ano.

No mesmo mês, foi feita uma audiência entre Corinthians, Prefeitura e Ministério Público e agora o TJ-SP vai novamente convocar as partes para saber se houve algum tipo de acordo. O clube vai propor o pagamento de R$ 6 milhões em obras sociais na região de Itaquera.

A pendência já se arrasta desde 2001, mas ganhou importância quando o Corinthians confirmou, no ano passado, que deve construir seu estádio em Itaquera. Ainda em 2001, quando a Câmara dos Vereadores iniciou uma CPI das Áreas Públicas, o Corinthians entrou na mira.

Mesmo com a solução desse problema, as obras de construção do estádio seguem atrasadas. O início está previsto para o mês de junho, mas mesmo assim, o local vai ficar fora da Copa das Confederações de 2013, pois deve ficar pronto apenas em dezembro do ano.

Felpuda


Sindicalista defende o fim de mordomias e privilégios dos políticos e dos integrantes de outros Poderes, conforme divulgação feita por sua assessoria. Para ele, está na hora de se colocar um basta nessa situação, questionando, inclusive, o número de parlamentares e de assessores. Entretanto, não demonstra a mesma aversão por aqueles dirigentes de sindicatos que se perpetuam no poder e que comandam mais de uma entidade, assim como ele. Afinal, o exemplo deve vir de casa, né?