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Campo Grande - MS, segunda, 10 de dezembro de 2018

Consumo de gás residencial reage com alta de 9% na contratação

10 MAI 2010Por 06h:14
Embora o consumo de Gás Natural (GN) residencial fornecido pela MSGás tenha se mantido entre fevereiro e março em 610 metros cúbicos por dia, no trimestre, o segmento verifica reação de 9%, devido ao acréscimo de 5,4% no número de residências que utiliza o combustível canalizado, que passou de 878 para 926. Isso significa o início da expansão do setor, já que praticamente todos os novos prédios começaram a ser construídos com estrutura para gás encanado.

“Fica caro para colocar em uma residência já edificada, mas nas que estão em construção é vantajoso para o comprador buscar pelas que têm o gás, principalmente para aquecimento de água”, afirma Mathias Gonsales, presidente da MS Gás. A vantagem é confirmada pelo gerente de engenharia de uma construtora de Campo Grande, Marcelo Kenchikoski, que atualmente inclui no projeto a estrutura para gás canalizado em todos os edifícios planejados pela empresa em que trabalha.

“Calculamos que usar o gás natural para aquecimento nas torneiras e chuveiros, gera economia de 40% na conta de energia elétrica para o consumidor”, contabiliza. E, caso o gás de cozinha, o Liquefeito de Petróleo (GLP) também seja substituído pelo GN, a situação fica ainda mais vantajosa para o consumidor, segundo Marcelo. “Do GLP para o GN, há economia de 25 no custo%”, afirma.

Porém, nem todas as regiões de Campo Grande podem contar com o GN encanado, já que a MSGás ainda não disponibilizou rede suficiente para atender todo o município. De acordo com dados disponibilizados pela empresa, atualmente existe pouco mais de 78 mil metros executados, sendo que destes, cerca de 67 mil estão gaseificados, principalmente na região central, entorno das avenidas Afonso Pena e Mato Grosso.
A meta da MSGás é atingir nos próximos cinco anos, o dobro de atendimento residencial, podendo atender a novas edificações que já têm o sistema, mas que estão inativos por conta da falta de abastecimento na região em que se encontram, promovendo, dessa forma, mais economia para os consumidores da Capital. (AM)
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