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ECONOMIA

Consumo das famílias cresce em janeiro

Consumo das famílias cresce em janeiro
20/01/2010 04:20 -


O consumo das famílias campo-grandenses cresceu neste mês de janeiro, assim como a inadimplência. É o que mostra pesquisa da Fecomércio/MS – Federação do Comércio de Mato Grosso do Sul, feita em parceria com a CNC-RJ e a Fecomércio/SP. O levantamento ouviu 500 pessoas com mais de 18 anos, em Campo Grande e, revelou a intenção de consumo, bem como o endividamento e inadimplência das famílias em janeiro de 2010. Em relação aos últimos doze meses, 37% das famílias estão consumindo mais, 30,4% disseram que estão consumindo menos e 31,7% afirmaram estar consumindo na mesma proporção. Isso se deve, em parte, ao fato de 50% dos entrevistados sentiremse seguros em relação ao emprego e 23% não perceberem nenhuma alteração quanto à sua segurança no trabalho. A pesquisa também revelou que 60% dos entrevistados acham que a renda familiar está melhor, tomando-se como base o ano passado, e ainda 28% disseram não haver diferença quanto ao rendimento familiar. Dentre os pesquisados, 74,6% consideram que está mais fácil conseguir crédito, e 58,9% sentem estar vivendo um excelente momento para comprar eletrodomésticos ou bens duráveis. Segundo Edison Araújo, vice-presidente da Fecomércio/ MS, a pesquisa de intenção de consumo das famílias tem como objetivo produzir um indicador inédito com capacidade de medir, com a maior precisão possível, a percepção das famílias sobre seu nível futuro de propensão a consumir em curto e médio prazos. “É um indicador que antecede as vendas do comércio, a partir do ponto de vista do consumidor. Estes dados poderão ser utilizados pelo setor privado no seu planejamento de estoques e investimentos”, explica. Inadimplência Em janeiro de 2010, a situação de endividamento das famílias de Campo Grande é a seguinte: 51% têm dívidas, 28% têm contas em atraso e 10% do total dos entrevistados acreditam que não vão ter condições de pagar o que devem, ou pelo menos não sabem o prazo de pagamento dessas dívidas. Dos endividados, 52% ganham até 10 salários mínimos. Como maior fator de endividamento, aparece o cartão de crédito, com 58,4%, seguido dos carnês e crediários, com 42,8%. Dos 10% que têm contas em atraso, 64,5% estão vencidas há mais de 90 dias. A pesquisa revelou, ainda, que 29,8% das famílias têm compromissos de dívidas por mais de 12 meses, 23,6% por até três meses e 22,1% entre três e seis meses. As famílias declararam também que 67,8% têm de 11% a 50% do rendimento comprometidos.

Felpuda


A continuar disparando tantas críticas ácidas contradizendo o seu partido, que em nível nacional ganhou até um ministério, político cá dessas bandas poderá ser colocado de escanteio e, se continuar nessa cruzada nada palatável para as lideranças, ser convidado gentilmente a “procurar o caminhão do qual caiu”, como se diz no popular. Os comentários são de que o dito-cujo age assim mais para ganhar holofotes. Esqueceu-se, pelo que se vê, que poderá ocorrer curto-circuito. Ui!