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BRASÍLIA

Conselho mantém comissão de intervenção na OAB/MS

Conselho mantém comissão de intervenção na OAB/MS
18/03/2014 09:30 - VÂNYA SANTOS


A diretoria do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) decidiu em reunião ontem (17) à noite, em Brasília, manter a criação de uma comissão de intervenção federal na OAB, seccional Mato Grosso do Sul. Na ocasião, também ficou decidido que o observador e conselheiro federal Miguel Ângelo Cançado (GO) retornará a Campo Grande. Só depois de a comissão avaliar a situação é que será analisado o pedido da administração da OAB/MS de afastamento do presidente da instituição Júlio César Rodrigues.

De acordo com o conselheiro federal da OAB, Carlos Alberto de Jesus Marques, a administração da OAB/MS pediu o afastamento do presidente Júlio César e o assunto foi colocado em discussão ontem pela diretoria nacional.

“O Conselho Federal manteve a criação da comissão de análise da situação em Mato Grosso do Sul e nomeou um observado, que é o conselheiro Miguel Cançado. Ele esteve em Campo Grande na sexta-feira (14), mas voltará e uma das coisas que ele deve fazer é garantir o funcionamento do conselho porque o presidente não deixa as reuniões acontecerem”, explicou Carlos Marques.

Ainda de acordo com o conselheiro federal, esse prazo de observação deve ser rápido, em torno de um mês. Só depois de analisar a situação no Estado é que o Conselho Federal decidirá ou não pelo afastamento de Júlio César. “O Conselho entendeu que primeiro tem que seguir um rito, que está previsto no artigo 81 do regulamento do estatuto”, justificou.

A expectativa é de que o observador Miguel Cançado participe da próxima sessão do conselho da OAB/MS, prevista para ocorrer no dia 28 deste mês.

Felpuda


Prefeitura de município do interior de MS recebeu recomendação do Ministério Público do Estado no sentido de exonerar servidores comissionados, livres do cartão de ponto, que são parentes de secretários da administração e de vereadores. O nepotismo se tornou um excelente “negócio” por lá, e se até o dia 6 de agosto as devidas providências não forem tomadas, medidas serão adotadas, como ação por improbidade administrativa. Tem gente que não aprende mesmo, né?