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FGV

Confiança <br>do comércio<br> cai 1,6%

Confiança <br>do comércio<br> cai 1,6%
31/01/2014 09:07 - terra


O Índice de Confiança do Comércio (Icom) caiu 1,6% na média do trimestre encerrado em janeiro frente ao mesmo período do ano anterior, ao passar de 126,1 pontos para 124,0 pontos, informou nesta sexta-feira a Fundação Getulio Vargas (FGV).

Apesar da queda, esse foi o melhor resultado desde fevereiro do ano passado, quando houve recuo de 0,9%. No resultado anterior, referente ao período de três meses findos em dezembro em comparação com igual trimestre de 2012, houve queda de 3,0%.

O indicador do estudo que mede a percepção do setor em relação à demanda no momento atual - o Índice de Situação Atual (ISA-COM) médio - caiu 5,5% no período, para 104,0 pontos. Já o indicador trimestral do Índice de Expectativas (IE-COM) avançou 1,4% em janeiro na comparação com um ano antes, para 144,0 pontos.

O setor de Varejo Restrito teve baixa de 1,5% no trimestre concluído em janeiro na comparação com o mesmo período do ano passado, ante queda de 1,8% em dezembro. No Varejo Ampliado, setor que inclui veículos, motocicletas, partes e peças, a confiança recuou 2,6%, após ter registrado queda de 1,9% no período de três meses encerrado em dezembro.

Já no Atacado, o índice de confiança subiu 0,2% no trimestre até janeiro, depois de perder 5,0% no resultado de três meses anterior.

O consumo no Brasil se beneficiou ao longo do ano passado do mercado de trabalho firme, apesar da fraqueza da economia. Por outro lado, a forte demanda do consumidor ajudou a manter a inflação em níveis elevados. O IPCA, indicador oficial de preços do país, encerrou 2013 a 5,91%. Isso levou o Banco Central a manter o ritmo de aperto monetário no início deste ano, elevando a taxa básica de juros (Selic) em 0,50 ponto percentual, para 10,50% ao ano.

Felpuda


Engana-se quem acha que diminuiu a voracidade de ter fatia de cobiçado bolo por parte de “quem manda”. O recuo realmente houve, mas só por enquanto e por uma questão de estratégia, até porque, nas primeiras investidas, as portas não se abriram. E continuam fechadas. Mas quem conhece bem a dita figurinha aposta que ela não desistirá até encontrar, digamos,  um “chaveiro amigo”. Essa gente não sossega nem diante da pandemia... Afe!