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RECLAMAÇÕES

Comunicação lidera ranking <br>do Procon

Comunicação lidera ranking <br>do Procon
03/02/2014 14:15 - Folhapress


O setor de telecomunicações, que inclui telefonia, banda larga fixa e móvel e TV por assinatura, superou o bancário em 2013 e liderou o ranking de reclamações do Procon-SP (órgão de defesa do consumidor).

Ao todo, foram 75.401 queixas, 13,18% a mais que em 2012. Já as reclamações contra os bancos tiveram queda de 10,74%, registrando 66.629 reclamações.

Em terceiro, aparece o setor de aparelhos de celular (19.008), mantendo a mesma posição de 2012; o setor de microcomputadores/produtos de informática (14.099), que não apareciam no ranking de 2012, ficou em 4º; e planos de saúde permaneceram na 5ª posição, com 12.859 queixas, com uma ligeira queda sobre as 13.491 reclamações do ano anterior.

O órgão não considera, no entanto, a proporção de reclamações em relação ao número de usuários, o que pode gerar distorções: setores maiores costumam ter mais reclamantes também. No setor de telecomunicações, são mais de 65 milhões de linhas telefônicas em São Paulo.

Segundo o Procon, falta às empresas de telecomunicação mais clareza na oferta de planos e modelos de contratação (como pacotes). Além disso, a estrutura para prestação de serviços básicos, como reparos e instalações, ainda é deficiente, segundo o órgão. "A permanência de problemas dessa natureza preocupa, apontando para a necessidade de melhorias urgentes nas práticas comerciais do setor", afirma o Procon, em nota.

No sentido contrário, a maior parte dos bancos conseguiu reduzir o número de reclamações.
Procuradas, a SindiTelebrasil, que representa as empresas de telecomunicação, a Abinee, que representa as empresas de microcomputadores e aparelhos celular, a Febraban, que representa o setor bancário, e a Abramge, que representa as empresas de planos de saúde, não responderam até a publicação deste texto. 

Felpuda


Ao que tudo indica, partido teria criado “racha” apenas visando jogar para a plateia, e, assim, quem estava com a corda toda anunciou que se prepara para o desembarque. Nos bastidores o que se ouve é que o tal fundo partidário seria o motivo da desavença e que quem nunca comeu mel quando come se lambuza. Só que não. A estratégia é continuar “dono” da atual legenda e “tomar a frente” de partido que está em fase embrionária. Tudo inspirado na “velha política”.