POLÍTICA

Comunicação conjugal

Comunicação conjugal
03/05/2010 23:55 -


Outros estudos confirmam que há diferenças neurofisiológicas e anatômicas entre o cérebro masculino e feminino. Embora sutis, são muitas as diferenças na maneira pela qual os cérebros dos homens e das mulheres processam a linguagem, as informações, as emoções, o conhecimento. De acordo com estudos comportamentais as mulheres são melhores que os homens em relações humanas, em reconhecer aspectos emocionais nas outras pessoas e na linguagem, na expressão emocional e artística, na apreciação estética, na linguagem verbal e na execução de tarefas detalhadas e pré-planejadas. Os homens, por sua vez, são mais lógicos e objetivos.

A boa notícia é que as diferenças podem ser benéficas para a melhora das relações interpessoais, desde que um saiba compreender o outro. O doutor Gary Chapman, autor de vários livros sobre relacionamento conjugal pergunta e responde no livro “As cinco linguagens do amor”, por que será que os casais não falam a mesma língua?

Neste livro o autor contraria a ideia de que o amor tem uma linguagem universal. Para ele, as pessoas demonstram e recebem manifestaçõs de amor de diferente maneiras, que ele denomina linguagem do amor.

Após anos de experiência como conselheiro de casais e palestrante em seminários, Chapman  identificou cinco delas: palavras de afirmação, tempo de qualidade, presentes, atos de serviço e toque físico.

Sentir-se amado é a principal necessidade do ser humano, sem amor a vida fica vazia e a nossa capacidade de superar adversidades e frustrações fica completamente comprometida, afirmam os psicólogos. Mas, o grande problema é que muitos são amados e não reconhecem isso, por simples erro de comunicação, que vai muito além da linguagem falada, como já foi dito anteriormente.
Na matéria abaixo descrevemos como funciona cada linguagem do amor, resumidamente, em trechos retirados do livro de Gary Chapman.
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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".