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MERCADO

Comitê do FMI pede vigilância sobre política de fluxo de capital

Comitê do FMI pede vigilância sobre política de fluxo de capital
17/04/2011 05:51 - REUTERS


O FMI (Fundo Monetário Internacional) deve recomendar políticas nacionais que impulsionem fluxos excessivos de capital em outras economias, assim como políticas que busquem conter esses fluxos, disse neste sábado o comitê financeiro do FMI.

"Levando em consideração as circunstâncias específicas de cada país e os benefícios da integração financeira, essa estratégia deve englobar recomendações para ambas as políticas que aumentem os fluxos de capital e o gerenciamento desses fluxos", disse o painel de países-membros do Fundo em comunicado.

O Comitê Financeiro Monetário Internacional, grupo de autoridades financeiras de todo o mundo, disse que a economia global está se fortalecendo, mas que políticas precisam ser adotadas dados os "riscos significativos" que ameaçam a recuperação.

"São necessárias ações críveis para acelerar os progressos para fazer frente aos desafios à estabilidade financeira e à sustentabilidade da dívida soberana, e para garantir que a consolidação fiscal ocorra a tempo nas economias avançadas", disse o grupo.

O comunicado acrescentou que são necessárias medidas para evitar um superaquecimento inflacionário nas economias dos mercados emergentes e para lidar com os riscos criados com a alta nos preços das commodities.

O comitê do FMI também pediu a intensificação dos trabalhos para a ampliação de uma cesta de moedas que compõem os ativos de reserva da entidade, conhecidos como SDR (Special Drawing Rights).

As principais economias do mundo têm trabalhado em um plano para incluir a moeda chinesa, o iuan, na cesta do SDR. O progresso neste sentido, no entanto, tem sido lento, em parte por conta da política chinesa de estrito controle sobre o iuan. As moedas que compõem o SDR devem ser de livre flutuação.

Felpuda


Tudo indica que o MDB não conseguiu convencer o PSDB de iniciar namoro com vistas a casamento nas eleições, e a ideia teria sido descartada. Os tucanos demonstraram que o problema deles não é o cargo: os emedebistas ofereceram a vaga de vice na disputa à Prefeitura de Campo Grande, a mesma cobiçada pelos tucanos, mas na chapa do PSB do atual prefeito. A questão, politicamente falando, seria, digamos, o oferecido “noivo”. Afe!