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Comandante diz que a PM não foi chamada para fazer policiamento

23 MAR 10 - 08h:45
Após o assassinato do estudante Nailton Martins de Lima, ocorrido na quadra da Escola Municipal Plínio Barbosa Martins, a Polícia Militar pretende garantir a segurança nos estabelecimentos públicos de ensino também durante atividades desenvolvidas nos fins de semana. O coronel Carlos Alberto David dos Santos, comandante-geral da PM, justificou que não havia policial na escola onde aconteceu o assassinato, porque não foi feita nenhuma solicitação para a prestação desse serviço no local. Segundo ele, o comando do batalhão responsável pelo Jardim das Macaúbas, onde fica o colégio cenário do crime, já entrou em contato com a direção da escola para que a PM seja parceira em atividades aos fins de semana. “Outras escolas que também tenham projetos podem ter a nossa parceria, desde que nos procure”, afirmou. O coronel disse que a polícia apoia atividades como as desenvolvidas pelo Escola Viva, da qual participava o garoto assassinado, principalmente porque evita que crianças e adolescentes se envolvam com a criminalidade. “Hoje, infelizmente, apreendemos muitos menores infratores. Do total de envolvidos em assaltos a coletivos, a maioria é de menor infrator”, afirmou.
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