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CIDADES

Com shows, Ponta Porã festeja hoje 98 anos

Com shows, Ponta Porã festeja hoje 98 anos
18/07/2010 21:48 -


Vânya Santos

Localizada a 258 quilômetros de Campo Grande, a cidade de Ponta Porã comemora hoje 98 anos de emancipação. Na programação de festividades do município, que teve início ontem com show do Grupo Acaba, constam atividades de lazer e esporte, além de apresentações musicais no estilo gospel.
Das 8h às 11h30min e das 13h às 17h, a população poderá participar de atividades de lazer e esporte, que serão promovidas no Centro de Esporte e Lazer Denílson Matheussi, localizado na Vila Áurea. A partir das 16h, acontecem shows com Grande Louvor Asaf, Ministério Hebrom, além de Deborah Campos e Banda Eis-me Aki, no Centro Internacional de Convenção Miguel Gomez.

História
Em 1892, a colônia militar de Dourados foi levada para as nascentes dos córregos Jovai, São Tomaz, Carambola, São Vicente, Ponta Porã, Teguajho e Rio São João porque esses eram os locais preferidos por carreteiros, que faziam o transporte de erva-mate. A transferência de militares com o objetivo de proteger os carreteiros de ataques paraguaios deu início ao povoado de Ponta Porã.
A cidade, formada a partir do fim do século 19, por conta da extração da erva-mate e da pecuária, foi emancipada em 18 de julho de 1912. O município faz fronteira com Pedro Juan Caballero, no Paraguai, e se destaca pelo forte comércio de produtos importados na região.

Miranda
O município de Miranda, que fica a 182 quilômetros da Capital, completou 232 anos de emancipação política e administrativa no último dia 16. A data foi marcada com apresentações culturais de escolas e show pirotécnico. Também foram abertas a 7ª Cavalgada Ecológica e a 10ª edição da Feira Ecológica, Cultural, Indígena e Rural (Fecir), que acontece até hoje, no Parque de Exposições e Eventos da cidade.

Felpuda


A continuar disparando tantas críticas ácidas contradizendo o seu partido, que em nível nacional ganhou até um ministério, político cá dessas bandas poderá ser colocado de escanteio e, se continuar nessa cruzada nada palatável para as lideranças, ser convidado gentilmente a “procurar o caminhão do qual caiu”, como se diz no popular. Os comentários são de que o dito-cujo age assim mais para ganhar holofotes. Esqueceu-se, pelo que se vê, que poderá ocorrer curto-circuito. Ui!