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CHUVAS

Com perdas de 40% na safra, Maracaju decreta estado de emergência nesta sexta-feira

Com perdas de 40% na safra, Maracaju decreta estado de emergência nesta sexta-feira
17/03/2011 18:00 - ROSANA SIQUEIRA


Com perdas de aproximadamente 40% da soja plantada em 200 mil hectares, a prefeitura de Maracaju decretou estado de emergência no município em função das chuvas. O decreto é válido para a área rural por 90 dias e será publicado na edição de amanhã do Diário Oficial do Estado. No município as chuvas já atingiram 77% da média mensal. A informação é do prefeito Celso Vargas que argumenta: "Isso é uma estimativa, mas a maioria dos nossos produtores chegou a perder mais", afirmou.

Segundo Vargas, o valor aproximado das perdas com a soja gira em torno de R$ 174 milhões no município. Somando prejuízos com pontes danificadas e estradas, o valor total deve ficar em torno de R$ 180 mil.

Segundo o presidente do Sindicato Rural do município, Luciano Muzzi Mendes, a situação é preocupante já que a maioria dos produtores financiou as lavouras junto ao Banco do Brasil.

Na região ele diz que as chuvas deram uma trégua, mas as precipitações dos últimos dias causaram o alagamento de lavouras dificultando a entrada das máquinas nas propriedades.

No município as chuvas também destruíram pontes e pioraram o estado das estradas vicinais.

Maracaju é o maior produtor de soja do Mato Grosso do Sul, tem uma área territorial de 520 mil hectares e foram plantados nesta safra de 2010/2011 cerca de 200 mil hectares e a estimativa era de colheita de 620.000 toneladas do grão, com a perda estimada de 40% da produção é estimado também a perda de 248.000 toneladas de soja o que corresponde cerca de 186 milhões de reais de prejuízo.

Está prevista para a próxima quarta-feira (23) uma reunião com os prefeitos, o governador André Puccinelli e a bancada federal no Ministério da Integração Nacional para falar sobre o problema.

Felpuda


Tudo indica que o MDB não conseguiu convencer o PSDB de iniciar namoro com vistas a casamento nas eleições, e a ideia teria sido descartada. Os tucanos demonstraram que o problema deles não é o cargo: os emedebistas ofereceram a vaga de vice na disputa à Prefeitura de Campo Grande, a mesma cobiçada pelos tucanos, mas na chapa do PSD do atual prefeito. A questão, politicamente falando, seria, digamos, o oferecido “noivo”. Afe!