EQUADOR

Com impasse, fundador do WikiLeaks segue na embaixada

Com impasse, fundador do WikiLeaks segue na embaixada
17/08/2012 14:17 - G1, com agências internacionais


O presidente equatoriano, Rafael Correa, afirmou nesta sexta-feira (17) que Julian Assange, o fundador do site de vazamentos WikiLeaks, deve permanecer por tempo indeterminado na embaixada equatoriana em Londres, onde tenta evitar a extradição para a Suécia, em um incidente que criou um impasse diplomático entre Equador e Reino Unido.

As negociações diplomáticas eram mantidas nesta sexta para tentar encontrar uma solução para o caso Assange. O destino do australiano ainda era incerto, apesar do asilo diplomático concedido a ele pelo Equador na véspera.

Vinte policiais britânicos continuam de guarda em frente ao edifício da representação diplomática equatoriana, que se transformou em uma prisão de luxo para o australiano desde 19 de junho, quando ele ali se abrigou.

Dois carros da polícia também estão estacionadas próximo ao prédio, não muito longe de uma dúzia de partidários de Assange que passaram a noite no local, dormindo em caixas de papelão para "montar guarda".

"A tática britânica de intimidação continua", denunciou o WikiLeaks no Twitter.

Se Assange arriscar sair da embaixada, será imediatamente preso sob um mandado de prisão emitido pela Suécia, no contexto de um caso de estupro e agressão sexual, acusações que ele nega.

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Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".