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NECRÓPSIA

Com falta de equipamento, Imol tem falhas para identificar causa morte

30 JUN 12 - 00h:00CELSO BEJARANO

Ele tinha entre 20 e 30 anos de idade e morreu um ano atrás no hospital da Santa Casa de Campo Grande. Carlos Alberto dos Santos seria o seu nome, mas até agora o corpo dele é mantido em uma das 20 câmeras frias do Instituto de Medicina e Odontologia Legal (Imol), porque a identidade do rapaz não foi confirmada por qualquer papel documentado ou por meio de suas digitais. Assim como Carlos Alberto, outras 14 pessoas foram enterradas no ano passado como indigente em cemitérios públicos da Capital. E outras 32 morreram e foram sepultadas sem que um laudo determinasse as causas das mortes.

Regra própria do Imol permite a liberação do cadáver, identificado, ou não, a partir de 90 dias. Mas a medida pode ser encurtada se as câmeras frias estiveram cheias. O órgão tem capacidade para manter 20 cadáveres no local. 

No caso de Carlos Alberto dos Santos, o corpo seguiu do hospital até o Imol como se este fosse o seu nome.

Leia mais no jornal Correio do Estado.
 

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