TRANSMISSÃO

Com 77 milhões, Brasil é a maior audiência da F1

Com 77 milhões, Brasil é a maior audiência da F1
03/02/2014 15:48 - Terra


Apesar de perder 5% em comparação ao ano anterior, o Brasil segue como líder do ranking de telespectadores da Fórmula 1. Foram 77 milhões de pessoas sintonizadas nas transmissões da Globo ou Sportv durante a temporada de 2013, contra 85 milhões em 2012. Mesmo com a queda, o País ainda é o maior consumidor de F1 do mundo, em números absolutos.

O saldo global também fechou o ano no negativo. A F1 perdeu 50 milhões de telespectadores no último ano. Ao todo, 450 milhões de pessoas assistiram ao título de Vettel, menos do que as 500 milhões de 2012. O relatório da FOM (Formula One Management) aponta o domínio avassalador do tetracampeão da Red Bull como a maior causa da perda de prestígio mundial.

De acordo com o documento, somente três grandes mercados apresentaram expansão na audiência na última temporada: EUA, Reino Unido e Itália. Os americanos deram um salto de 18%, graças a compra dos direitos de transmissão pelo canal NBC. O país soma 11 milhões de telespectadores. No Reino Unido, são 29 milhões de fãs sintonizados, um aumento de 2% em relação a 2012. A Itália apresentou uma leve alta: são 35 milhões de fanáticos na “bota”.

O cenário mais sombro é o da França. A perda foi significativa: de 27 milhões em 2012 para 10 milhões em 2013, graças à mudança das transmissões para um canal pago. Até mesmo na Alemanha, terra natal de Vettel, houve queda de 10% da audiência, com um total de 31 milhões de pessoas.

Alguém aí continua dizendo que a Fórmula 1 morreu junto com Ayrton Senna no Brasil?

smaple image

Fique por dentro

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo, direto no seu e-mail.

Quero Receber

Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".