sábado, 21 de julho de 2018

Ampliação

Com 3ª faixa, ''rodovia da morte'' mata 29% menos

7 FEV 2011Por Neri Kaspary00h:00

“É o fim de um inferno que durou 20 anos”. Foi assim que reagiu o ex-prefeito de Coxim e ex-vice governador, Moacir Kohl, ao falar sobre as atuais condições do trecho norte da BR-163, também conhecida como “rodovia da morte”. A constatação dele foi empírica, pois não tinha conhecimento de que o “fim do inferno” pode ser traduzido em queda de 29% no número de mortes na comparação de 2008 com 2010, passando de 48 para 34 mortes ao longo dos 388 quilômetros entre Campo Grande e a divisa com Mato Grosso, em Sonora.

E a explicação é simples. Implantação de 37 quilômetros de terceira faixa nos trechos de aclive e alargamento da pista, que em toda a sua extensão passou de sete para 12 metros. Conforme o superintendente estadual do Departamento Nacional de Intraestrutura de Transporte (Dnit), Marcelo Miranda, o investimento chegou a R$ 300 milhões nos últimos cinco anos.

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