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Colunista da BBC classifica Eike pior CEO

Colunista da BBC classifica Eike pior CEO
14/02/2014 14:50 - Folhapress


O empresário brasileiro Eike Batista foi considerado por Sydney Finkelstein, colunista da BBC, como o pior presidente-executivo do ano de 2013.

Segundo Finkelstein, Eike perdeu 99% da sua riqueza destruindo bilhões de dólares em ações e conduzindo suas fontes primárias de investimento à falência.

Para o colunista, o patrimônio do brasileiro desmoronou "como um castelo de cartas".

No texto, que descreve o comportamento extravagante de Eike -"casou-se com uma modelo da Playboy, estacionou seu carro de milhões de dólares na sala de estar e foi constantemente o centro das atenções no Brasil"-, finaliza criticando o ego do empresário.

"Enquanto egos muito grandes não são incomuns entre magnatas, a construção de negócios rentáveis é a única moeda que conta nesse jogo. E isso não funcionou tão bem", afirma Finkelstein.

Dívidas
No ano passado, com dívidas de R$ 11,2 bilhões, a OGX deu início ao maior processo de recuperação judicial da América Latina.

A empresa vivia uma crise de confiança desde junho de 2012, quando começou a não cumprir metas de produção.

As ações da OGX chegaram a fechar em R$ 0,13 em seu último dia no Ibovespa. No pico, em 2010, elas valiam R$ 23.

Com isso, outras empresas criadas para explorar oportunidades relacionadas à OGX entraram em dificuldades.

A OSX, empresa naval de Eike e que tinha na OGX sua principal cliente, entrou com o pedido de recuperação judicial em novembro, alegando dívidas de R$ 4,5 bilhões. 

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".