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Colisão de carro com caminhonete mata mulher na MS-376

Colisão de carro com caminhonete mata mulher na MS-376
10/07/2010 08:00 -


Fábio Dorta, Dourados

Um grave acidente provocou, na madrugada de ontem, por volta das 5h30min, a morte de Selma Zacarias de Lima, 47 anos, na rodovia MS-376, entre Jateí e Glória de Dourados, na região sul do Estado. O carro em que ela estava colidiu frontalmente com uma caminhonete. O marido de Selma, Geraldo Pereira de Lima, 50 anos, que dirigia o carro, ficou gravemente ferido. A caminhonete tinha três ocupantes e todos saíram praticamente ilesos.
Geraldo e Selma seguiam com destino a São Paulo em um Fiat Uno, com placas de Ponta Porã, quando colidiram com uma caminhonete Ford F-100, com placas de Ivinhema, conduzida por Nelson Okite Ota. Também estavam na caminhonete a esposa de Nelson e uma filha do casal. As causas do acidente serão apuradas pela Polícia Civil de Glória de Dourados.
A colisão praticamente destruiu o Fiat Uno. Geraldo e Selma ficaram gravemente feridos. Ela chegou a dar entrada ainda com vida no Hospital Santa Terezinha em Jateí, mas não resistiu aos ferimentos. O marido foi levado para um hospital em Dourados, onde até o fim da tarde de ontem permanecia internado. Os ocupantes da caminhonete tiveram apenas ferimentos leves.

Carroceiro
Na mesma região, no município de Vicentina, o carroceiro Otaviano Moreira Lima, 70 anos, ficou ferido após a carroça que ele conduzia ter sido atingida por uma Fiat Palio, dirigido por Milton dos Santos, 44 anos. O acidente ocorreu por volta das 19h30min de anteontem na rodovia MS-147, no Distrito de Vila Rica.
Otaviano teve fratura na coluna. Ele foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros e está internado em um hospital de Fátima do Sul. O motorista do Uno disse que a carroça não tinha nenhuma sinalização e não houve como evitar o acidente. Além dele, a filha de 10 anos de idade também estava no carro, mas ambos escaparam sem ferimentos.
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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".