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AQUIDAUANA

Cocaína apreendida somou 312 kg

Cocaína apreendida somou 312 kg
14/04/2011 16:00 - EVELIN ARAÚJO


A Polícia Federal informou, na tarde de hoje, que o total de cocaína apreendida em Aquidauana pela manhã atingiu 312 quilos. As primeiras informações eram de que teriam sido 150 quilos. Foram presos quatro pessoas e recolhidas duas caminhonetes. 

Há cerca de seis meses a PF investiga as atividades criminosas de Jorge Luiz da Silva, conhecido como “Bolão”, 50 anos, motorista, residente em Campo Grande. Durante as investigações os policiais tomaram conhecimento que a quadrilha de Jorge Luiz estava prestes a trazer para esta Capital a cocaína que estava escondida na carroceria de uma caminhonete, estacionada em uma garagem localizada nas proximidades da Estação Ferroviária de Aquidauana.

Inicialmente, por volta de 7h, os policiais efetuaram a prisão de Moraci Pereira Brandão, 35 anos, vendedor autônomo, residente no bairro Cidade Morena, em Campo Grande e de Marcos Roberto Pereira, 40 anos, construtor, residente na Vila Pioneira, em Campo Grande.

Os dois foram presos no exato momento em que transferiam os fardos com o entorpecente de uma camioneta de cor branca para outra camioneta Ford/F-250, ambas equipadas com rádios-transmissores, com o propósito de deslocamento para Campo Grande, onde estavam sendo aguardados Jorge Luiz.

Com base em todos os levantamentos feitos pelos policiais e evidenciado a forte participação de Jorge Luiz e de sua companheira L.F..R no tráfico da cocaína, imediatamente a equipe de policiais que estava em Aquidauana acionou a PF de Campo Grande para fazer a prisão do casal, o que efetivamente ocorreu, por volta também de 7h, no Jardim Petrópolis, local de residência do casal.

Desde a década de noventa Jorge Luiz está envolvido no tráfico de entorpecentes, tendo sido preso no ano de 1994 em Corumbá (MS) em 2003 pela PF de Campo Grande.

Os presos foram autuados por tráfico de drogas, podendo, cada um, pegar até 15 anos de reclusão.

Felpuda


Sindicalista defende o fim de mordomias e privilégios dos políticos e dos integrantes de outros Poderes, conforme divulgação feita por sua assessoria. Para ele, está na hora de se colocar um basta nessa situação, questionando, inclusive, o número de parlamentares e de assessores. Entretanto, não demonstra a mesma aversão por aqueles dirigentes de sindicatos que se perpetuam no poder e que comandam mais de uma entidade, assim como ele. Afinal, o exemplo deve vir de casa, né?