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MÃE E FILHO

Cobrança de juros teria motivado<BR> duplo homicídio

Cobrança de juros teria motivado<BR> duplo homicídio
08/01/2014 12:42 - DOURADOS NEWS


O acusado de executar mãe e filho no dia de Natal, em um crime que aconteceu no Parque das Nações, em Dourados, se apresentou ontem (7) na delegacia do 2º Distrito Policial e vai responder pelo crime em liberdade. Conforme a Polícia Civil, Pedro Henrique da Silva Vieira, de 19 anos, que é morador do Parque das Nações 2, confessou o crime, e se apresentou na companhia de Juliano Silva Souza, 21, que teria sido cúmplice no homicídio.

Vieira disse em depoimento que o crime foi resultado de uma discussão dele com Rosana Araújo Vieira, de 40 anos, que morreu após ser atingida por um tiro na cabeça. Ele disse ter feito uma negociação com a vítima pela arma que foi utilizada no crime. Rosana teria vendido o revólver calibre 38 para Vieira, pelo valor combinado de R$ 1,5 mil. Ele disse ter pagado uma entrada de R$ 1 mil e feito um acordo para pagar os R$ 500 restantes depois.

No dia 25 de dezembro, ele disse que foi até a casa de Rosana para quitar a negociação, mas começou a discutir com ela depois que a vítima disse que haveria uma cobrança de juros, e que a dívida não seria de R$ 500, e sim de R$ 1 mil. Vieira admitiu então que pegou a arma e deu um tiro na cabeça de Rosana, que morreu no local. Ao ouvir a discussão e o tiro, o filho dela saiu de casa para defender a mãe, e Vieira então disse que atirou contra Alisson Donizete Araújo Ajala, 22, para se defender. O rapaz foi atingido por um tiro no peito e morreu após ser socorrido no Hospital da Vida.

Já Juliano Silva Souza alegou em depoimento que não sabia que o colega estava armado, e que apenas deu carona para que ele pudesse pagar a conta com Rosana. Os dois prestaram depoimento e foram liberados. Vieira vai responder por homicídio em liberdade. A polícia não informou se o rapaz já tinha alguma passagem anterior registrada.

Felpuda


Malfeitos que teriam sido praticados em tempos não tão remotos podem ser a pedra no caminho de pré-candidatura que está sendo costurada. As conversas ainda estão nas “ondas da rádio-peão”, mas, com a proximidade da campanha eleitoral, há quem diga que isso se tornará uma tremenda dor de cabeça para quem vai enfrentar as urnas. Pior:  o dito não seria culpado direto, mas sim a sua...  Bem, deixa rolar para ver onde vai parar.