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Clube italiano pode oferecer R$69 mi por Neymar

Clube italiano pode oferecer R$69 mi por Neymar
08/04/2011 14:03 - abola


Notícia divulgada pelo renomado jornal italianol "Corriere dello Sport", dá conta do interesse da Juventus pelo craque brasileiro Neymar. Sem dúvidas, o interesse se deve ao bom momento do jogador do Santos, principalmente pelas suas atuações com a camisa da Seleção Brasileira.

O periódico informa que os dirigentes da equipe que mais títulos conquistou no "Calccio", estariam dispostos a desembolsarem a quantia de R$ 69 milhões para adquirirem os direitos federativos do atacante brasileiro.

Mesmo tendo a concorrência de clubes mais ricos como Barcelona e Chelsea, os italianos apostam na possibilidade concreta e real de levar o craque santista para Turim. Segundo o periódico, o atacante, de 19 anos, seria "o homem e a imagem ideal" para demonstrar, na prática, o projeto de renovação do clube presidido pelo dirigente Giuseppe Marotta.

Essa milionária oferta, no entanto, coloca algumas dúvidas internas na Juve, cuja nova administração se comprometeu a não gastar quantias tão elevadas em um único jogador que, além disso, não tem experiência em grandes times europeus.

Sobre o valor apresentado para levar Neymar para a Itália, a intenção é convencer o presidente do Santos, Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro, a liberar o atacante, de quem o dirigente da Vila Belmiro não parece disposto a perder.

A Juventus já sabe como conseguirá os 30 milhões de euros para pagar ao Santos. O "Corriere dello Sport" explica que o presidente Marotta usaria parte do dinheiro obtido após a empréstimo de alguns dos atuais jogadores e também recorreria às primeiras receitas arrecadadas, oriundas do novo estádio do clube.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".