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AMÉRICA LATINA

Clima econômico no Brasil é o terceiro mais baixo

Clima econômico no Brasil é o terceiro mais baixo
13/02/2014 16:14 - Agência Brasil


O Índice de Clima Econômico (ICE) do Brasil ficou em 89 pontos em janeiro de 2013. O resultado é o terceiro mais baixo entre os 11 países da América Latina pesquisados pela Fundação Getulio Vargas e o instituto alemão Ifo. Divulgada hoje (13), a pontuação do Brasil está acima apenas da Argentina (77 pontos) e da Venezuela (20 pontos).

De acordo com comunicado divulgado pela FGV/Ifo, a queda no indicador brasileiro, abaixo da média de 104 pontos na região, foi influenciada pela balança comercial e registrou queda de 6,3%, passando de 95 pontos para 89 pontos, de dezembro a janeiro. O resultado também reflete a piora na avaliação do empresariado sobre a econômia atual e as expectativas para o futuro.

Segundo a FGV, apesar da retração no indicador, no horizonte de dez anos, a situação do Brasil é uma das melhores no bloco. Nesse ranking, o Brasil ocupa a quarta melhor posição, com 121 pontos, atrás do Uruguai (135), Peru (131) e Chile (128).

Em geral, entre os 11 países, a pesquisa considera favorável o ICE da Bolívia, do Chile, da Colômbia, do Equador, México, Peru e do Uruguai. Entre os últimos colocados, destaca-se a crise enfrentada pela Argentina que pode se espalhar para Uruguai e Paraguai, que exportam para o mercado argentino. Por outro lado, a FGV/Ifo apontam que a melhora na economia dos Estados Unidos e da Europa favorece a região.

Segundo a FGV e o Ifo, o ICE da América Latina cresceu 8% em janeiro, passando de 88 para 95 pontos. O resultado reflete melhora na avaliação dos empresários entrevistados na pesquisa em relação à situação da economia atual e das expectativas em relação ao futuro.

Felpuda


Sindicalista defende o fim de mordomias e privilégios dos políticos e dos integrantes de outros Poderes, conforme divulgação feita por sua assessoria. Para ele, está na hora de se colocar um basta nessa situação, questionando, inclusive, o número de parlamentares e de assessores. Entretanto, não demonstra a mesma aversão por aqueles dirigentes de sindicatos que se perpetuam no poder e que comandam mais de uma entidade, assim como ele. Afinal, o exemplo deve vir de casa, né?