Campo Grande - MS, sábado, 18 de agosto de 2018

LEI SECA

Ciptran autuou mais de 530 condutores em um ano

9 MAI 2011Por da redação15h:03

Em um ano a Companhia Independente de Polícia de Trânsito (Ciptran), em fiscalizações para cumprimento da Lei Seca, confeccionou 531 autos de infração e encaminhou 229 condutores para a delegacia acusados de direção sob efeito de bebida alcoólica. Os dados da Ciptran correspondem a abril de 2010 até abril deste ano. Se observados os números totais de 2010 o índice apresenta 563 autos de infração e 243 condutores levados para delegacias por dirigirem embriagados.

Somente este ano as fiscalizações da Lei Seca renderam 171 autos de infração e 75 motoristas encaminhados a delegacias. Os números contabilizam o total de casos ocorridos no último fim de semana (entre os dias 6 e 8 de maio), quando sete condutores receberam autos de infração por combinarem álcool e direção e três foram encaminhados para a delegacia.

“Com o foco na prevenção de acidentes e na conscientização do condutor, estamos trabalhando em cima de resultados, que evidenciam a redução dos acidentes, particularmente das vítimas fatais”, afirma o comandante da Ciptran, tenente-coronel Alírio Villasanti Romero.

Entre tantas ações, a fiscalização diuturna do cumprimento da Lei Seca vem sendo intensificada pelos policiais de trânsito da Capital nas operações de blitze que são realizadas em locais estratégicos, com aglomeração de pessoas e grande fluxo de veículos. Este tipo de ação também vem sendo intensificada à noite e nos finais de semana.

De acordo com o comando da Ciptran o trabalho rigoroso de caráter preventivo e repressivo desenvolvido pela companhia contribuiu efetivamente para o resultado positivo demonstrado pelas estatísticas. A polícia de trânsito atribui ao aumento das fiscalizações a ocorrência de novos acidentes e consequentemente a diminuição da mortalidade no trânsito da Capital, visto que com estas medidas foi possível retirar de circulação condutores sem condições de guiar seus veículos, quer seja pela imperícia ou pela negligência como o caso específico da embriaguez.

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